Aida Burkins, uma americana de 22 anos, mãe de dois filhos, teve sua vida drasticamente alterada após um voo para Chicago, nos Estados Unidos, no ano passado. O sintoma inicial foi uma sensação de ouvidos entupidos, comum em voos devido à alteração rápida na pressão do ar dentro da cabine do avião, mas que se manteve persistiu mesmo após a aterrissagem e continuou nos dias seguintes.
Quando Aida retornou para casa, em Hemet, na Califórnia, sua condição física deteriorou rapidamente. Ela começou a sangrar pela garganta, sendo que o sangue só saía pelo nariz quando ela se curvava na altura do quadril em um ângulo de cerca de 90 graus. Além disso, sua audição foi piorando progressivamente, e ela passou a sentir mais cansaço e a perder peso.
A partir desses sintomas, Aida iniciou uma peregrinação por consultórios médicos e clínicas, submetendo-se a variados exames. Segundo ela contou à Newsweek, as respostas que recebia dos profissionais de saúde eram genéricas e apontavam para algum efeito mais demorado da altitude ou algo semelhante, sem chegar a um diagnóstico preciso.
O artigo foi interrompido antes de revelar o diagnóstico final de Aida, que descobriu ter câncer após investigar a causa persistente dos sintomas que se iniciaram com a viagem de avião.




