Longa espera chega ao fim: Shein entra na bolsa, mas vale agora menos 73% do que em 2022Foto de manu gvzman no Pexels
Negócios
Инвестиции

Longa espera chega ao fim: Shein entra na bolsa, mas vale agora menos 73% do que em 2022

CNN Portugal31 de agosto de 2026 às 09:10

A plataforma de moda online Shein concretizou finalmente sua entrada na bolsa, pondo fim a uma longa espera que se arrastava há vários anos. A empresa, sediada na China, conseguiu listar-se num mercado bursátil, embora os detalhes sobre qual exatamente não sejam mencionados no artigo.

O valor atual da empresa representa uma quebra significativa em relação ao seu passado recente. A capitalização bursátil da Shein é agora 73% inferior ao valor que a empresa alcançou em 2022, refletindo uma forte desvalorização desde seu pico.

A entrada na bolsa surge após múltiplas tentativas falhadas de cotação em mercados internacionais. Inicialmente, a empresa tentou vender ações em Nova York, mas esse plano não se concretizou. Posteriormente, voltou a tentar o mesmo processo em Londres, onde também enfrentou obstáculos.

O caso de Londres acabou por fracassar devido à intervenção dos reguladores chineses, que tomaram a decisão final de bloquear a operação naquele mercado. Essa intervenção das autoridades chinesas acabou por condicionar significativamente a estratégia de expansão bursátil da empresa.

Notícias relacionadas

Espanha vai aprovar pacote emergencial de 165 milhões de euros para Ceuta
Negócios

Espanha vai aprovar pacote emergencial de 165 milhões de euros para Ceuta

O Governo espanhol vai aprovar um pacote emergencial de 165 milhões de euros para Ceuta, com o objetivo de revitalizar a economia e fortalecer os serviços públicos do enclave. Do total, 80 milhões de euros serão injetados até ao final deste ano, enquanto outros 70 milhões serão aplicados em 2027.

SIC Notícias31/08/26, 09:27
Negócios

Fundo para diversificar economia de Macau pode investir em empresas estrangeiras

O Governo de Macau anunciou que um fundo de 11 mil milhões de patacas (1,17 mil milhões de euros), criado para diversificar a economia local, estará aberto a investir em empresas estrangeiras. O Conselho Executivo da região semiautónoma chinesa concluiu as regras de gestão do Fundo de Orientação Governamental, criado no final de fevereiro, que visa incentivar o emprego local e o desenvolvimento de quadros qualificados. O porta-voz do Conselho Executivo, Wong Sio Chak, sublinhou que o fundo investirá em empresas locais e do exterior que contribuam para o desenvolvimento de Macau. O administrador da Sociedade de Investimento e Gestão de Macau (MIMC) adiantou que haverá mecanismos para retirada obrigatória do investimento público em casos de incumprimento contratual ou corrupção. O fundo poderá representar uma oportunidade para empresas dos países lusófonos, como Portugal, Brasil e nações africanas de língua portuguesa, que partilham know-how em setores prioritários como inovação e modernização industrial.

Jornal Económico31/08/26, 09:23
As notícias movem mercados. A psicologia colectiva decide a direcção
Negócios

As notícias movem os mercados. A psicologia coletiva decide a direção

O artigo analisa a relação entre notícias e mercados financeiros, explicando que boas notícias podem fazer os mercados cair e más notícias podem fazê-los subir. A chave está no que o preço já descontou antes da notícia ser publicada — ou seja, a psicologia coletiva e as expectativas pré-existentes determinam a reação do mercado, não o conteúdo literal da notícia em si.

SAPO Notícias31/08/26, 09:22
Negócios

Atenção contribuintes: o prazo para pagar este imposto está acabando e ignorá-lo pode sair bem mais caro

Os contribuintes portugueses têm até esta segunda-feira para liquidar o acerto final do IRS relativo aos rendimentos de 2025, sendo esta também a data-limite para a Receita Federal concluir o pagamento das restituições. A campanha de IRS decorreu entre abril e junho, com a Receita Federal tendo até 31 de julho para verificar as declarações e emitir as liquidações, dando aos contribuintes um mês para regularizar eventuais valores em falta. O resultado pode resultar em restituição, pagamento adicional ou ausência de acerto, dependendo das retenções na fonte, rendimentos e deduções aplicáveis. A lei prevê que valores inferiores a 25 euros não sejam cobrados e, caso as restituições não sejam processadas dentro do prazo, a Receita Federal fica obrigada a pagar juros ao contribuinte.

Postal do Algarve31/08/26, 09:20