Os jovens portugueses estão cada vez mais abertos ao acompanhamento psicológico, mas as barreiras financeiras continuam a ser o principal obstáculo ao acesso à saúde mental. Esta é a principal conclusão que emerge de vários testemunhos de jovens abordados pela publicação.
Madalena é um dos exemplos citados, nunca tendo recorrido a acompanhamento psicológico. Já Eduarda e Rita gostariam de ter acompanhamento, mas não o fazem com a frequência que seria indicada. O caso de Miguel é diferente: só começou a ter acompanhamento quando descobriu que poderia acessar a consultas gratuitas através da universidade.
O custo das consultas surge como o principal fator que condiciona o acesso dos jovens à saúde mental. Essa realidade levanta questões sobre a necessidade de mais recursos acessíveis para essa faixa etária, especialmente em um momento em que a procura por apoio psicológico tem vindo a aumentar.
O artigo sugere que, embora exista uma maior abertura por parte dos jovens para procurar ajuda, a realidade econômica impede muitos deles de concretizar esse desejo, o que pode ter consequências significativas para a sua saúde mental a longo prazo.




