O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) acelerou a implementação e o pagamento de reformas que eram mais desejadas por Bruxelas do que propriamente por Portugal. Estas reformas foram financiadas através de verbas europeias disponibilizadas para a recuperação económica.
As áreas da Saúde, Educação, Segurança Social e Gestão Florestal foram algumas das que sofreram reformas no âmbito deste plano, entre outras. Estas mudanças ocorreram porque havia dinheiro fresco disponível através do financiamento europeu.
As alterações às ordens profissionais e ao setor dos trabalhadores públicos (PSU) foram algumas das reformas mais polémicas implementadas ao abrigo deste programa.




