A autora é uma profissional com 25 anos de experiência na área da sustentabilidade, tendo iniciado a sua carreira em Portugal. Relata um episódio marcante de há duas décadas, quando um diretor de risco de uma grande instituição financeira lhe perguntou de forma condescendente, no início de uma reunião sobre sustentabilidade, "Então menina, diga lá o que quer".
Este episódio ilustra, segundo a autora, a falta de reconhecimento que os temas ambientais enfrentavam nessa época em Portugal. Atualmente, a autora observa que o planeta está a pedir ajuda urgentemente.
No entanto, apesar dos anos de alerta, tanto políticos internacionais como nacionais continuam a ignorar ou a subestimar a crise ambiental. A autora expressa frustração com esta situação, sugerindo que a ignorância e a cegueira perante a realidade ambiental chegaram ao poder.
O artigo está incompleto, terminando abruptamente na palavra "este n...", não sendo possível identificar o restante conteúdo.




