Na manhã de terça-feira, 18, um grupo de peregrinos subiu o Monte Cardoso Fontes, localizado às margens da Grajaú-Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, para práticas religiosas na Floresta da Tijuca. O local tem sido frequentado por evangélicos que realizam montes de oração, mas também por praticantes de rituais druidas, revelando a diversidade de usos espirituais do parque.
Os fiéis se vestem de forma diferenciada para a trilha: homens usam roupas sociais e mulheres usam vestidos ou saias longas com véus. Nos pés, utilizam sapatos de couro, sapatilhas ou chinelos de dedo, em vez do equipamento esportivo típico de quem faz trilhas de duas horas. O objetivo não é o exercício físico, mas a conexão com o sagrado.
O artigo menciona que durante uma semana, O GLOBO percorreu diferentes áreas do Parque Nacional da Tijuca para documentar esses usos. O texto também faz referência a dados do IBGE sobre expansão horizontal em cidades fluminenses com royalties e na Serra, além de mencionar a Favela do Estado do Rio, que estaria sendo engolida pelo mar.




