Há 160 mil pessoas inscritas nas unidades de saúde que não têm direito a médico de família. Essa situação significa que esses pacientes estão registrados no sistema de saúde, mas não lhes foi atribuído um profissional específico para acompanhamento.
Os números foram divulgados pela administração central do sistema de saúde, que revelou ainda que 1,3 milhão de pessoas aguardam para terem um médico de família atribuído. Esse dado mostra a dimensão do problema no acesso aos cuidados de saúde primários em Portugal.
A falta de médicos de família afeta assim uma parte significativa da população portuguesa que depende do Serviço Nacional de Saúde para seus cuidados de saúde básicos.



