Há 160 mil pessoas inscritas nos centros de saúde que perderam o direito a médico de família por não terem tido nenhum contato com o Serviço Nacional de Saúde nos últimos cinco anos.
Os dados foram divulgados pela Administração Central do Sistema de Saúde, que revelou ainda que, além desses 160 mil usuários, existem um milhão e 300 mil pessoas sem médico de família atribuído.
A situação afeta diretamente os centros de saúde em todo o país, onde muitos usuários ficam sem acompanhamento médico regular.
A falta de médico de família significa que esses usuários não têm um profissional de saúde responsável pelo seu acompanhamento contínuo e pela gestão da sua saúde a longo prazo.




