Realiza-se em Idanha-a-Velha, entre 30 de Agosto e 6 de Setembro, um workshop internacional dedicado ao futuro das Aldeias Históricas de Portugal. A iniciativa resulta de um protocolo entre a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, a Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal e conta com o apoio do Município de Idanha-a-Nova. O evento integra o plano anual do International Centre for Architectural Design and Archaeology, rede que reúne investigadores das universidades do Porto, de Roma Tre e de Valladolid.
O programa propõe uma análise técnica aprofundada sobre o papel da arquitectura em contextos de elevado valor patrimonial, focando-se nos processos de transformação das povoações e na sustentabilidade do território. A rede implementa actualmente a Estratégia PROVERE Aldeias Históricas de Portugal 2030, procurando conciliar a protecção do património edificado com a dinamização económica e a coesão social. Idanha-a-Velha, localidade de origem romana do século I a.C., foi renomeada Egitânia no século VI e beneficiou de uma intervenção coordenada pelo Atelier 15 na década de 1990.
Participam no workshop 26 pessoas seleccionadas das três instituições académicas envolvidas, com a Faculdade de Arquitectura do Porto a assegurar 10 vagas e as congéneres de Roma e Valladolid com oito vagas cada. A coordenação técnica e científica está a cargo dos arquitectos Pedro Alarcão, Mariana Sá e Luís Urbano, num corpo docente que inclui Carlos Rodriguez, Cristina Casadei, Darío Alvarez, Luigi Franciosini, Miguel la Iglesia, Sagrario Fernández e Mário Benjamim. As sessões de abertura contaram com a participação de Dalila Dias e Pilar Reis.
O programa integra conferências diárias, sessões de projecto em atelier e visitas técnicas às localidades vizinhas de Monsanto e Castelo Novo. A apresentação pública das propostas finais está marcada para o dia 5 de Setembro, encerrando assim esta edição do workshop que visa contribuir para o futuro das aldeias históricas portuguesas.
O workshop internacional em Idanha-a-Velha decorre entre hoje, dia 30 de Agosto, e seis de Setembro, para desenhar o futuro das Aldeias Históricas com peritos universitários europeus. A iniciativa resulta de um protocolo entre a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto e a Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal. Além disso, a organização conta com o apoio directo do Município de Idanha-a-Nova. As actividades integram o plano anual do International Centre for Architectural Design and Archaeology. Esta rede reúne investigadores da academia do Porto, da Università degli Studi Roma Tre e da Universidade de Valladolid.
Estratégia PROVERE Aldeias Históricas
Por conseguinte, o programa propõe uma análise técnica aprofundada sobre o papel da arquitectura em contextos de elevado valor patrimonial. O estudo foca-se nos processos de transformação da povoação e na sustentabilidade do território. Actualmente, a rede implementa a Estratégia PROVERE Aldeias Históricas de Portugal 2030. Dessa forma, os especialistas procuram conciliar a protecção do património edificado com a dinamização da economia e a coesão social.
A mítica localidade nasceu no final do século I a.C. sob domínio romano. Mais tarde, no século VI, a urbe adoptou o nome de Egitânia. O seu longo percurso regista igualmente a formação de grandes latifúndios no século XIX, com destaque para a família Marrocos. Por outro lado, na década de 1990, o Programa de Recuperação das Aldeias Históricas garantiu uma intervenção coordenada pelo Atelier 15, liderado pelos arquitectos Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez.
Investigação e projecto no workshop internacional em Idanha-a-Velha
O evento junta 26 participantes seleccionados entre as três instituições académicas envolvidas. A Faculdade de Arquitectura do Porto assegura 10 vagas, enquanto as congéneres de Roma e de Valladolid contam com oito vagas cada uma. Assim, os arquitectos Pedro Alarcão, Mariana Sá e Luís Urbano lideram a coordenação técnica e científica dos trabalhos.
O corpo docente inclui nomes como Carlos Rodriguez, Cristina Casadei, Darío Alvarez, Luigi Franciosini, Miguel la Iglesia, Sagrario Fernández e Mário Benjamim. Além disso, as sessões de abertura contam com a participação de Dalila Dias e Pilar Reis. O programa integra conferências diárias, sessões de projecto em atelier e visitas técnicas às localidades vizinhas de Monsanto e Castelo Novo. A apresentação pública das propostas finais encerra o evento no dia cinco de Setembro.
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