O que acontece com o cérebro na montanha-russa?Foto de Diego da Silva no Pexels
CiênciaCoimbra

O que acontece com o cérebro na montanha-russa?

oglobo29 de agosto de 2026 às 08:30

O fechamento da montanha-russa X2, do parque Six Flags Magic Mountain nos Estados Unidos, após relatos de uma série de lesões graves, incluindo hemorragias cerebrais, chamou a atenção para os riscos associados a atrações extremamente radicais. Embora danos cerebrais sejam possíveis nesse tipo de brinquedo, estudos mostram que são raros.

A X2 se destaca das montanhas-russas convencionais. O que a diferencia de outras montanhas-russas é a sua característica de "quarta dimensão": os assentos giram 360 graus em torno do trilho enquanto os trens atingem velocidades de quase 128 km/h (80 milhas por hora) durante cerca de dois minutos.

A Six Flags, rede de parques de diversões detentora da atração, a descreve como uma experiência de adrenalina de "quinta dimensão", com giros, reviravoltas e acelerações extremas que proporcionam sensações intensas aos passageiros. A atração estava em operação há anos antes de ser fechada após os relatos de lesões.

Notícias relacionadas

Diversidade genética está a diminuir a um ritmo sem precedentes, mas há réstias de esperança
Ciência

Diversidade genética está diminuindo em um ritmo sem precedentes, mas há vestígios de esperança

Uma equipe internacional de cientistas realizou a análise global mais completa até a data e concluiu que a diversidade genética das populações de espécies selvagens está perdendo-se a um ritmo sem precedentes em todo o mundo. No entanto, os pesquisadores identificaram alguns vestígios de esperança, acreditando que os esforços de conservação podem ainda reverter essa tendência.

SAPO29/08/26, 17:30
Ciência

Pássaro 'garanhão' salva espécie rara da extinção quase sozinho no Reino Unido

Um macho de tartaranhão-caçador (Circus pygargus) de 10 anos, batizado de AU (símbolo químico do ouro), tornou-se o salvador improvável da espécie no Reino Unido, tendo gerado 16 filhotes ao longo da vida, sendo dez apenas nos últimos dois anos. Ambientalistas britânicos lutam há décadas para evitar a extinção local da ave de rapina migratória, que passa o inverno na África e na Ásia e retorna à Europa na primavera para se reproduzir. O biólogo Mark Thomas, da RSPB, afirmou que o pássaro está "solo sustentando essa espécie no Reino Unido", destacando que ele está no auge de sua atividade reprodutiva.

extra29/08/26, 17:00
RD Congo: Surto de ébola chega a mais duas zonas na província de Kivu do Norte
Ciência

RD Congo: Surto de ébola chega a mais duas zonas na província de Kivu do Norte

O surto de ébola na República Democrática do Congo espalhou-se para mais duas zonas na província de Kivu do Norte, elevando o número de infeções para 5.794 e causando 2.786 mortes, segundo os dados mais recentes sobre a crise sanitária naquele país.

Sábado29/08/26, 15:20
Os primeiros seres humanos eram capazes de sobreviver em zonas desérticas
Ciência

<the translated title, on one line>

<the translated summary, on one line>

SAPO Notícias29/08/26, 14:55