A escola pode enfrentar situações de conflito que envolvem as crianças e suas famílias. Nesses momentos, a independência da instituição escolar e dos profissionais que acompanham esses casos torna-se fundamental. Esta autonomia permite que a escola não tome partido entre as partes envolvidas no conflito. Dessa forma, a não tomada de partido é apresentada como uma forma de proteção da criança, garantindo que a escola continue a desempenhar o seu papel de acompanhamento de forma neutra e segura.
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Quando o conflito chega à escola
Observador29 de agosto de 2026 às 00:09




