Petrolífera angolana Etu Energias vai aumentar participações em dois blocosFoto de Márcio Rosário no Pexels
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Petrolífera angolana Etu Energias vai aumentar participações em dois blocos

Jornal Económico28 de agosto de 2026 às 17:52

A Etu Energias, maior petroleira privada angolana, celebrou um contrato com a Cabinda Gulf Oil Company, subsidiária da Chevron, para a aquisição de 13% de participação no Bloco 14 e 15% no Bloco 14K. O negócio surgiu após o exercício do direito de preferência pela Etu Energias, enquanto parceira existente em ambas as licenças.

O acordo tem uma consideração base de 260 milhões de dólares, com data econômica efetiva de 01 de janeiro de 2026, podendo ainda incluir pagamentos contingentes de até 250 milhões de dólares no total, até 2038, relacionados com o potencial desenvolvimento futuro do campo PKBB. O financiamento será assegurado por uma linha de crédito da Shell Western Supply and Trading Ltd, e a conclusão da transação está prevista para o início de 2027.

O Bloco 14 é uma licença de águas profundas offshore de Cabinda, com profundidade de água entre 200 e 1.600 metros, que já produziu mais de 900 milhões de barris de petróleo desde 1999, atingindo um pico de aproximadamente 200 mil barris por dia. O Bloco 14K contém o campo de Lianzi, um projeto transfronteiriço entre Angola e a República Democrática do Congo.

Após a conclusão da transação, a Etu Energias将成为这两个区块的重要合作伙伴。Atualmente, a Chevron opera o Bloco 14 com 31%, enquanto os parceiros incluem Etu Energias (29%), Azule Energy (20%) e Sonangol E&P (20%). No Bloco 14K/Lianzi, os parceiros incluem Trident Energy como operadora com 15,75% e Total E&P Congo com 26,75%.

A Etu Energias, maior petrolífera privada angolana, e a Cabinda Gulf Oil Company, assinaram esta sexta-feira, 28 de agosto, um contrato para a aquisição de 13% e 15% de participações do Bloco 14 e do Bloco 14K, anunciou hoje a concessionária nacional.

Num comunicado, a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Anpg) avançou que o contrato de compra e venda foi assinado entre a Etu Energias e a Cabinda Gulf Oil Company, subsidiária da Chevron, multinacional de energia dos Estados Unidos.

O acordo surgiu na sequência do exercício de direito de preferência pela Etu Energias, enquanto parceira existente em ambas as licenças, adianta-se na nota.

A concessionária angolana destacou que a compra será financiada por uma linha de crédito disponibilizada pela Shell Western Supply and Trading Ltd.

“O negócio tem uma consideração base de 260 milhões de dólares em numerário, com data económica efetiva de 01 de janeiro de 2026. Adicionalmente prevê pagamentos contingentes até 25 milhões de dólares por ano, com um limite máximo de 250 milhões de dólares no total, até 2038, em relação ao potencial desenvolvimento futuro do campo PKBB, em função do preço do petróleo e da produção”, lê-se na nota.

A transação deverá ficar concluída no início de 2027, sujeita ao cumprimento das condições habituais, incluindo a aprovação pela concessionária petrolífera nacional.

O Bloco 14 é uma licença de águas profundas em produção, localizada offshore de Cabinda, com profundidade de água entre 200 e 1.600 metros, que já produziu mais de 900 milhões de barris de crude de elevada qualidade, indexado ao Brent, desde o primeiro óleo em 1999, tendo atingido um pico de produção de aproximadamente 200 mil barris de petróleo por dia.

De acordo com o comunicado, a produção provém de nove campos desenvolvias através das instalações centrais de Benguela, Belize, Lobito, Tomboco e Tômbua-Lândana.

O Bloco 14K contém o campo de Lianzi, um projeto e desenvolvimento unificado transfronteiriço entre Angola e a República Democrática do Congo, ligado à infraestrutura do Bloco 14.

Atualmente, a Chevron é a operadora do Bloco 14 e detentora de 31% das participações, tendo como parceiros a Etu Energias (29%), a Azule Energy (20%) e a Sonangol E&P (20%).

Os parceiros do Bloco 14K/Lianzi são, atualmente, a Trident Energy (15,75%, operadora), a Total E&P Congo (26,75%), a Chevron (15,5%), a Etu Energias (14,5%), a Azule Energy (10%), a Sonangol E&P (10%) e a SNPC (7,5%).

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