Montenegro chiude oggi l'Università Estiva del PSD con il Governo sotto minaccia di mozione di censuraFoto di Alexander Nadrilyanski su Pexels
Politica
Образование
Évora

Montenegro chiude oggi l'Università Estiva del PSD con il Governo sotto minaccia di mozione di censura

Rádio Campanário30 agosto 2026 alle ore 09:30

Il presidente del PSD e primo ministro, Luís Montenegro, chiude oggi la 22ª edizione dell'Università Estiva del partito a Castelo de Vide, distretto di Portalegre. La sessione di chiusura si svolge a partire dalle 12:00, dopo che Montenegro ha partecipato tramite videoconferenza giovedì, rispondendo alle domande dei partecipanti e promettendo di parlare oggi delle riforme dell'istruzione.

L'agenda politica del primo ministro è segnata dalla discussione sulla Previdenza Sociale, dopo che è stato presentato uno studio di un gruppo di lavoro creato dal Governo per proporre misure di riforma. Tuttavia, Montenegro ha escluso qualsiasi cambiamento strutturale in questo ambito durante l'attuale mandato, affermando che, se mai proporrà tale trasformazione, sarà sulla base di un impegno assunto con i portoghesi prima delle prossime elezioni.

La settimana è stata ugualmente segnata dalla minaccia del leader del Chega, André Ventura, di presentare in parlamento una mozione di censura al Governo qualora Montenegro non risolva la

O presidente do PSD e primeiro-ministro encerra hoje a Universidade de Verão do partido, com a agenda política marcada pela discussão sobre a Segurança Social e pela ameaça do Chega em apresentar uma moção de censura ao Governo.

Luís Montenegro participa hoje, a partir das 12:00, na sessão de encerramento da 22.ª edição desta iniciativa de formação de jovens quadros, que decorre desde segunda-feira em Castelo de Vide (Portalegre), depois de na quinta-feira ter respondido, por videoconferência, a dez perguntas dos participantes na iniciativa, prometendo falar hoje sobre educação.

A intervenção do presidente do PSD funciona, habitualmente, como a segunda ‘rentrée’ do partido, depois da Festa do Pontal, no Algarve, na qual anunciou este ano a reentrada do Estado no capital da REN e criticou o que chamou de “censura moderna”, lamentado que os portugueses só conheçam as polémicas e incidentes e o mais importante fique “escondido em notas de rodapé”.

Desde então, foi apresentado um estudo do grupo de trabalho criado pelo Governo para “propor medidas tendentes à reforma da Segurança Social”, mas esta semana o primeiro-ministro, tal como já tinham feito outros membros do Governo, afastou qualquer mudança estrutural nesta área na atual legislatura.

Na quinta-feira, na participação surpresa à distância na Universidade de Verão do PSD, Montenegro prometeu que, “se algum dia propuser essa transformação estrutural, será na base de um compromisso” assumido com o povo português antes das próximas eleições.

“O meu desejo era que nós pudéssemos ter um entendimento nacional para que, independentemente da força política que ganhasse as eleições, todos se comprometessem a executar a transformação estrutural que dá sustentabilidade a este sistema”, afirmou então.

Na mesma ocasião, em que passou em revista as principais medidas do executivo PSD/CDS-PP, Montenegro prometeu para hoje falar “das reformas da educação”.

“Daquilo que estamos a fazer para termos uma qualificação maior dos nossos recursos humanos e com isso podermos ser um país mais atrativo, mais produtivo”, disse.

Depois das polémicas e atrasos que envolveram a correção digital dos exames nacionais, o número de alunos colocados numa instituição de ensino superior pública foi de 49.991 jovens, mais 6.092 do que em 2025, quando o número de colocados foi o mais baixo desde 2017.

A semana política ficou marcada pela ameaça do líder do Chega, André Ventura, de entregar no parlamento na terça-feira uma moção de censura ao Governo caso o primeiro-ministro não resolva a situação do ministro da Administração Interna, Luís Neves, que considera ter atingido um nível “grotesco” e “inaceitável”.

Numa breve reação ao tema, o porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, recusou que este ultimato enfraqueça o Governo.

“Enquanto muitos ao nosso redor perdem tempo com barulhos e cortinas de fumo, nós continuamos a resolver problemas”, afirmou depois aos jornalistas, após o Tribunal Constitucional ter dado luz verde à chamada lei do retorno.

Também Montenegro, na sua passagem virtual por Castelo de Vide na quinta-feira, já tinha defendido que trabalhar será a resposta às críticas e “pedidos de distração”.

“Como é que nós vencemos o negativismo, o pessimismo daqueles que querem deixar tudo na mesma? Trabalhando. Como é que nós respondemos àqueles que fazem esses ataques sem fundamento, sem razão? Trabalhando”, afirmou.

A cerca de um mês da entrega do Orçamento do Estado para 2026, foram vários os dirigentes do PSD que procuraram apontar na Universidade de Verão do PSD semelhanças entre o discurso dos líderes do Chega e PS, com o presidente do PSD a prometer depois “paciência” e “tolerância democrática” para com a oposição, apesar de lhes apontar “muitas asneiras e disparates”, sem abrir o jogo sobre eventuais negociações orçamentais.

O conteúdo Montenegro encerra hoje Universidade do Verão do PSD com Governo sob ameaça de moção de censura aparece primeiro em Rádio Campanário.

Articoli correlati

Mariana Leitão defende mudança fiscal e da Segurança social: classe média foi abandonada por PS e PSD e está "sob ataque"
Politica

Mariana Leitão difende il cambiamento fiscale e della Sicurezza sociale: la classe media è stata abbandonata da PS e PSD ed è "sotto attacco"

Mariana Leitão, leader dell'Iniziativa Liberale (IL), ha difeso che la classe media portoghese è stata abbandonata dai partiti PS e PSD ed è "sotto attacco", presentando tre misure per la attuale legislazione: la semplificazione e la riduzione dell'IRS, la fine della burocrazia, che ha considerato essere "la peggiore imposta che esiste", e una riforma del sistema pensionistico che permetta ai giovani di "avere opzioni, risparmiare ed essere padroni" del loro futuro. Nel suo discorso, Leitão si è concentrata sulle proposte liberali per risolvere i problemi fiscali e sociali del paese.

Expresso30/08/26, 11:12
Politica

Espinho rinnova la toponomastica per valorizzare l'identità

Il comune di Espinho ha approvato il 20 scorso una nuova struttura consultiva per la toponomastica comunale, che avrà il compito di consigliare l'esecutivo nell'assegnazione e nella modifica dei nomi di vie, piazze e altri spazi pubblici, con l'obiettivo di preservare e valorizzare l'identità del comune.

Diário de Aveiro30/08/26, 11:00
Una huelga en suspensión y rechazo a la “policía educativa”: el curso 2026-2027 calienta motores con varios frentes polémicos
Politica

Uno sciopero sospeso e il rifiuto della "polizia educativa": l'anno scolastico 2026-2027 si scalda con diversi fronti polemici

Con uno sciopero docente sospeso ma non annullato, una manifestazione prevista per il giorno 12 e un forte rifiuto di direttori, professori e ispettori alla riforma che trasformerebbe il corpo degli ispettori in una sorta di "polizia educativa" per perseguire il presunto "indottrinamento", l'anno scolastico 2026-2027 inizia in Spagna con diversi fronti polemici aperti. Il malessere docente che ha culminato in uno sciopero indefinito di un mese continua senza risposte complete alle sue richieste, nonostante negoziati parziali durante l'estate. Una marcia è pronta per non far cadere la richiesta in questo inizio di corso.

El Periódico Mediterráneo - General30/08/26, 11:00
Marruecos vira en un mes del silencio protocolario a reivindicar el "derecho histórico" sobre Ceuta y Melilla
Politica

Marocco vira in un mese dal silenzio protocolare a rivendicare il "diritto storico" su Ceuta e Melilla

Marocco è passato da una posizione di silenzio calcolato, tipica dei momenti di tensione diplomatica, a una rivendicazione aperta del "diritto storico" su Ceuta e Melilla. L'articolo descrive come Rabat, ad agosto, presenti il silenzio abituale che invade la capitale durante l'estate, quando metà del paese è in vacanza, ma anche il silenzio che le autorità marocchine impongono nei momenti di crisi, come quello vissuto tra Rabat e Madrid nel 2022. Si tratta di un silenzio strategico e misurato, dove ogni parola e azione dei responsabili è calcolata al millimetro, senza improvvisazione.

El Periódico Mediterráneo - General30/08/26, 11:00