Donald Trump ha classificato come "il più grande accordo petrolifero della storia mondiale" la negoziazione tra gli Stati Uniti e il governo ad interim del Venezuela, guidato dalla presidente Delcy Rodríguez. L'accordo coinvolge il controllo e l'esplorazione congiunta di 65 miliardi di barili di riserve provate di petrolio venezuelano. Attraverso consorzi con aziende private, gli USA avranno la gestione maggioritaria di 17 giacimenti petroliferi strategici in Venezuela.
L'accordo prevede un diritto di produzione e controllo di circa il 55%, nonché il diritto di acquisto di petrolio greggio a prezzo di costo. È prevista l'iniezione di più di 100 miliardi di dollari in investimenti privati per ricostruire l'infrastruttura petrolifera venezuelana. Trump ha pubblicato sulla rete sociale Truth Social che la transazione rafforza sostanzialmente la relazione economica bilaterale e la sicurezza energetica nell'emisfero occidentale.
L'articolo riferisce che l'entusiasmo di Trump è dovuto al fatto di essere riuscito ad assicurare l'accesso e il controllo diretto su una delle più grandi riserve mondiali di idrocarburi, aumentando l'approvvigionamento delle raffinerie degli USA e rafforzando il peso geopolitico di Washington nella regione. L'articolo menziona anche che l'estrema destra intende arrivare al potere in Venezuela e che Trump starebbe "rubando" il Venezuela attraverso questo accordo.
L'articolo include anche commenti satirici sulla possibilità di rinominare il lago Maracaibo come "Lago Trump" o "Lago America 2", confrontando la situazione con la sovranità del Canada. L'autore fa inoltre riferimenti alla Madeira e al Portogallo, suggerendo che, fortunatamente, il Portogallo non possiede petrolio, in contrasto con la situazione venezolana.

A
extrema-direita quer chegar ao poder na Venezuela, através daquela amiga que oferece o galardão Nobel, e anda caladinha, caladinha, sem denunciar que Trump está a roubar a Venezuela. O homem laranja estava radiante por um excelente negócio que fez com a Venezuela, de cócoras, o que significa que deve ser péssimo, mas não tem a soberania do Canadá. O lago Maracaibo na verdade deveria se chamar Lago América, mas como Trump acabou de dar esse nome ao Lago Ontário, ou muda para Lago América 2, ou decide-se por lago Trump, o que também lhe enche o ego a par dos bolsos da família.
Donald Trump classificou como "o maior acordo de petróleo da história mundial" a negociata do Governo dos Estados Unidos com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, o que envolve o controlo e exploração conjunta de 65 mil bilhões de barris de reservas provadas de petróleo venezuelano. Governo e Trump confundem-se, ali não há conflito de interesses.
Os EUA (através de consórcios com empresas privadas) passarão a ter a gestão maioritária de 17 campos petrolíferos estratégicos na Venezuela. O acordo prevê um direito de produção/controlo de cerca de 55% e o direito de compra de petróleo bruto a preço de custo. Prevê-se a injeção de mais de 100 mil milhões de dólares em investimento privado para reconstruir a infraestrutura petrolífera venezuelana. Trump publicou no Truth Social que a transação reforça substancialmente a relação económica bilateral e a segurança energética no hemisfério ocidental. O entusiasmo do homem laranja deve-se ao facto de ter conseguido assegurar o acesso e o controlo direto sobre uma das maiores reservas mundiais de hidrocarbonetos, aumentando o abastecimento das refinarias dos EUA e reforçando o peso geopolítico de Washington na região.
Que as negociatas revertam em furações nesta terra de imbecis que por mais catástrofes que se abatam não atingem que devem mudar de vida. Com a riqueza natural que a Venezuela tem, qualquer dia o resort da Albânia é aplicado na Venezuela sem qualquer reticências. E o que isto tem a ver com a Madeira, absolutamente nada, continuem na poncha e a não zelar pela realidade que anda à volta. Não temos "miras", não temos americanos, nem temos um Governo que se vende a oligarcas e dedicado aos campos de golfe.
É pensar um bocadinho. Mas felizmente não temos petróleo.