40.º CONGRESSO DI MEDICINA POPOLARE RIVIVE A VILAR DE PERDIZES IL LEGATO DEL PADRE FONTESFoto di ERISVAN SOUZA su Pexels
MondoBragança

40.º CONGRESSO DI MEDICINA POPOLARE RIVIVE A VILAR DE PERDIZES IL LEGATO DEL PADRE FONTES

Canal N – Notícias – Trás-os-Montes e Alto Douro29 agosto 2026 alle ore 10:09

La 40.ª edizione del Congresso di Medicina Popolare si è svolta a Vilar de Perdizes, nel comune di Montalegre, a quattro decenni dalla prima edizione. L'evento ha riunito partecipanti, specialisti, ricercatori e popolazione locale in un momento dedicato alla riflessione sulla medicina popolare come espressione di una cultura ancestrale, mantenendo viva la connessione della comunità con i saperi, le pratiche e le credenze tramandate nel corso delle generazioni.

Al centro dell'attenzione è stata la memoria del Padre Fontes, fondatore e promotore del congresso, la cui visione ha trasformato 40 anni fa i saperi popolari in uno spazio di incontro, studio e diffusione, contribuendo a far uscire queste pratiche dall'oblio e a proiettarle oltre la aldea. La presidente del Comune di Montalegre, Fátima Fernandes, ha considerato il congresso una vera e propria "affermazione di una cultura ancestrale" e ha sottolineato che le comunità dell'entroterra hanno fatto ricorso per secoli a piante e risorse naturali per curare le malattie, costituendo questa conoscenza un patrimonio che deve essere preservato e studiato.

Durante il fine settimana, Vilar de Perdizes è stata palcoscenico di dibattiti, condivisione di esperienze e incrocio di prospettive, mettendo frontem a fronte il sapere nato dall'esperienza e la conoscenza risultante dalla ricerca scientifica. L'autarca ha inoltre sottolineato il ruolo della popolazione locale e dell'associazione responsabile della contin

Quatro décadas depois da primeira edição, o Congresso de Medicina Popular continua a juntar tradição, memória e conhecimento em torno de um dos mais marcantes patrimónios culturais de Barroso.

Vilar de Perdizes voltou a assumir-se como ponto de encontro entre a tradição e o conhecimento com a abertura da 40.ª edição do Congresso de Medicina Popular, uma iniciativa que, quatro décadas depois do seu início, mantém viva a ligação da comunidade aos saberes, práticas e crenças transmitidos ao longo de gerações.
A sessão de abertura reuniu participantes, especialistas, investigadores e população, num momento marcado pela reflexão sobre a medicina popular enquanto expressão de uma cultura ancestral e pelo reconhecimento do percurso de uma iniciativa que se tornou indissociável da identidade de Vilar de Perdizes e do território de Barroso.
No centro das atenções esteve inevitavelmente a memória do Padre Fontes, fundador e grande impulsionador do congresso. Foi a sua visão que, há 40 anos, transformou os saberes populares num espaço de encontro, estudo e divulgação, contribuindo decisivamente para retirar estas práticas do esquecimento e projetá-las para além das fronteiras da própria aldeia.
A presidente da Câmara Municipal de Montalegre, Fátima Fernandes, destacou precisamente essa dimensão cultural, considerando o congresso uma verdadeira “afirmação de uma cultura ancestral” e um espaço privilegiado para aproximar o conhecimento empírico das populações da investigação científica.
Durante séculos, explicou a autarca, as comunidades do interior construíram uma relação profunda com a natureza, recorrendo a plantas e outros recursos naturais para responder às necessidades do quotidiano e tratar doenças. Esse conhecimento, transmitido de geração em geração, constitui hoje um património que, defende, deve ser preservado, estudado e confrontado com o conhecimento científico contemporâneo.
A reflexão estende-se também aos rituais, crenças e formas de relacionamento com a natureza que integram este universo cultural, numa perspetiva que procura compreender o seu significado e identificar eventuais contributos para os desafios da sociedade atual.

QUATRO DÉCADAS DE UMA INICIATIVA QUE RESISTE AO TEMPO

A forte adesão registada na sessão inaugural foi apontada como um sinal da vitalidade de um congresso que continua a despertar interesse e a mobilizar diferentes gerações.
Ao longo do fim de semana, Vilar de Perdizes será novamente palco de momentos de debate, partilha de experiências e cruzamento de perspetivas, mantendo uma fórmula que se tornou parte da identidade cultural da localidade: colocar frente a frente o saber que nasce da experiência e o conhecimento que resulta da investigação.
Fátima Fernandes destacou ainda o papel da população de Vilar de Perdizes e da associação responsável pela continuidade do congresso, considerando fundamental o envolvimento da comunidade na preservação desta tradição.
Mas o momento de maior carga simbólica acabou por ser a homenagem ao homem que esteve na origem de tudo.
A presidente da autarquia deixou “um agradecimento maior ao Padre Fontes”, descrevendo-o como “uma força da natureza” e um exemplo de resiliência, paixão e determinação.
Quarenta anos depois, o congresso que nasceu da sua vontade continua a acontecer em Vilar de Perdizes. E, ao fazê-lo, mantém aberta uma ponte entre a memória de um povo, os saberes ancestrais e a procura permanente de novas formas de compreender o mundo.

Jornalista: Paulo Silva Reis
Fotos: DR

Quatro décadas depois da primeira edição, o Congresso de Medicina Popular continua a juntar tradição, memória e conhecimento em torno de um dos mais marcantes patrimónios culturais de Barroso.

Vilar de Perdizes voltou a assumir-se como ponto de encontro entre a tradição e o conhecimento com a abertura da 40.ª edição do Congresso de Medicina Popular, uma iniciativa que, quatro décadas depois do seu início, mantém viva a ligação da comunidade aos saberes, práticas e crenças transmitidos ao longo de gerações.
A sessão de abertura reuniu participantes, especialistas, investigadores e população, num momento marcado pela reflexão sobre a medicina popular enquanto expressão de uma cultura ancestral e pelo reconhecimento do percurso de uma iniciativa que se tornou indissociável da identidade de Vilar de Perdizes e do território de Barroso.
No centro das atenções esteve inevitavelmente a memória do Padre Fontes, fundador e grande impulsionador do congresso. Foi a sua visão que, há 40 anos, transformou os saberes populares num espaço de encontro, estudo e divulgação, contribuindo decisivamente para retirar estas práticas do esquecimento e projetá-las para além das fronteiras da própria aldeia.
A presidente da Câmara Municipal de Montalegre, Fátima Fernandes, destacou precisamente essa dimensão cultural, considerando o congresso uma verdadeira “afirmação de uma cultura ancestral” e um espaço privilegiado para aproximar o conhecimento empírico das populações da investigação científica.
Durante séculos, explicou a autarca, as comunidades do interior construíram uma relação profunda com a natureza, recorrendo a plantas e outros recursos naturais para responder às necessidades do quotidiano e tratar doenças. Esse conhecimento, transmitido de geração em geração, constitui hoje um património que, defende, deve ser preservado, estudado e confrontado com o conhecimento científico contemporâneo.
A reflexão estende-se também aos rituais, crenças e formas de relacionamento com a natureza que integram este universo cultural, numa perspetiva que procura compreender o seu significado e identificar eventuais contributos para os desafios da sociedade atual.

QUATRO DÉCADAS DE UMA INICIATIVA QUE RESISTE AO TEMPO

A forte adesão registada na sessão inaugural foi apontada como um sinal da vitalidade de um congresso que continua a despertar interesse e a mobilizar diferentes gerações.
Ao longo do fim de semana, Vilar de Perdizes será novamente palco de momentos de debate, partilha de experiências e cruzamento de perspetivas, mantendo uma fórmula que se tornou parte da identidade cultural da localidade: colocar frente a frente o saber que nasce da experiência e o conhecimento que resulta da investigação.
Fátima Fernandes destacou ainda o papel da população de Vilar de Perdizes e da associação responsável pela continuidade do congresso, considerando fundamental o envolvimento da comunidade na preservação desta tradição.
Mas o momento de maior carga simbólica acabou por ser a homenagem ao homem que esteve na origem de tudo.
A presidente da autarquia deixou “um agradecimento maior ao Padre Fontes”, descrevendo-o como “uma força da natureza” e um exemplo de resiliência, paixão e determinação.
Quarenta anos depois, o congresso que nasceu da sua vontade continua a acontecer em Vilar de Perdizes. E, ao fazê-lo, mantém aberta uma ponte entre a memória de um povo, os saberes ancestrais e a procura permanente de novas formas de compreender o mundo.

Jornalista: Paulo Silva Reis
Fotos: DR

Articoli correlati

Mondo

Gli hotel di Macao registrano la più alta occupazione fino a luglio dall'inizio della pandemia

Macao ha registrato fino a luglio il più alto livello di occupazione alberghiera dall'inizio della pandemia di covid-19, con la DSEC che ha rivelato che alla fine del mese c'erano 149 hotel e pensioni in attività, un massimo storico, con circa 45.300 camere disponibili, 100 in più rispetto allo stesso periodo dell'anno precedente, riflettendo il recupero sostenuto del settore turistico nel territorio.

Now29/08/26, 10:44
Trump anuncia grande acordo petrolífero com a Venezuela
Mondo

Trump annuncia un grande accordo petrolifero con il Venezuela

Il presidente degli Stati Uniti, Donald Trump, ha annunciato un accordo petrolifero di grande scala con il Venezuela, secondo il quale gli USA assumerebbero il controllo di 65 miliardi di barili delle riserve di petrolio venezuelane. L'annuncio è stato fatto nel contesto delle relazioni diplomatiche tra i due paesi e rappresenta un potenziale traguardo nell'industria energetica globale.

Jornal de Negócios29/08/26, 10:36
Ambientalistas contra retomar da opção nuclear no mundo
Mondo

Ambientalisti contro la ripresa dell'opzione nucleare nel mondo

Le associazioni ambientaliste portoghesi Geota, Quercus e Zero si sono espresse contro il ritorno dell'opzione nucleare a livello mondiale, concordando che la scommessa deve essere sulle energie rinnovabili. In un comunicato congiunto, le tre organizzazioni hanno condannato il nucleare come soluzione alla carenza di energia, sostenendo che la transizione energetica deve basarsi su fonti pulite e sostenibili, rifiutando così qualsiasi ritorno all'energia atomica come alternativa praticabile.

Jornal de Negócios29/08/26, 09:58
Mondo

SSN ha più di 10 milioni di utenti iscritti

Il SNS ha più di 10 milioni di utenti iscritti e la copertura del medico di famiglia è dell'87%, secondo i dati più recenti pubblicati.

Diário de Coimbra29/08/26, 09:42