Il Presidente della Repubblica ha promulgato il divieto di smartphone nelle scuole fino alla terza media questo venerdì 28 agosto, a Lisbona. La decisione estende la restrizione a tutto l'insegnamento di base, allineando il sistema scolastico portoghese con le raccomandazioni internazionali sull'utilizzo della tecnologia negli istituti di istruzione. I direttori scolastici hanno riferito che l'assenza di questi dispositivi migliora l'ambiente scolastico, favorisce una maggiore socializzazione tra gli alunni e riduce gli episodi di indisciplina durante la ricreazione.
Nell'anno scolastico precedente, il divieto era obbligatorio solo nella scuola primaria e secondaria di primo grado. Circa il 50 per cento degli istituti del ciclo secondario di primo grado avevano già applicato norme analoghe di propria iniziativa. Le direzioni scolastiche dispongono ora del primo periodo scolastico per preparare la transizione, con le nuove regole che entrano pienamente in vigore il primo gennaio 2027. La misura prevede eccezioni limitate per fini strettamente pedagogici sotto la guida del docente.
Parallelamente, il capo dello Stato ha promulgato il decreto che modifica il regime di reclutamento degli insegnanti, integrato nel programma Piano + Lezioni + Successo. Il provvedimento ridefinisce la mappa geografica delle esigenze educative, riducendo da dieci a otto i Quadri di Zona Pedagogica svantaggiati, comprendendo 235 unità organiche nella Grande Lisbona, nella Penisola di Setúbal e in Algarve. Il governo ha circoscritto un bonus mensile di 750 euro ai docenti di queste regioni carenti che accettino di posticipare il passaggio alla pensione.
Il provvedimento semplifica inoltre il riconoscimento dei titoli accademici post-Bologna, eliminando il calcolo dei crediti specifici. Così, un laureato in Economia può insegnare Economia direttamente e un diplomato in Psicologia ottiene l'autorizzazione immediata a impartire tale disciplina senza ostacoli burocratici.
O Presidente da República promulgou a proibição de smartphones nas escolas até ao 9.º ano esta sexta-feira, 28 de Agosto, em Lisboa. A decisão alarga a restrição a todo o ensino básico.
A promulgação do diploma valida a directriz apresentada pelo Ministério da Educação. Por conseguinte, a tutela alinha o sistema de ensino português com as recomendações internacionais sobre a utilização de tecnologia nos estabelecimentos de ensino. Os directores escolares revelaram que a ausência destes aparelhos melhora o ambiente lectivo. Segundo os responsáveis, a medida promove uma maior socialização entre os alunos e reduz os episódios de indisciplina nos recreios.
No ano lectivo anterior, a interdição era obrigatória apenas no primeiro e no segundo ciclos. Contudo, cerca de 50 por cento dos estabelecimentos do terceiro ciclo já tinham aplicado normas idênticas por decisão própria. As direcções escolares dispõem agora do primeiro período lectivo para preparar a transição. Deste modo, as novas regras entram em vigor de forma plena no dia um de Janeiro de 2027.
O impacto da proibição de smartphones nas escolas e a gestão lectiva
A tutela sustenta que o novo regime garante maior foco nas salas de aula. Além disso, a experiência recolhida nos estabelecimentos-piloto comprovou ganhos pedagógicos significativos entre os estudantes mais jovens.
«Nos espaços onde não entram telemóveis há mais socialização e menos indisciplina», indicou o relatório dos directores escolares citado pelo ministro da tutela aquando da apresentação pública da medida. Por outro lado, o executivo pretende uniformizar os regulamentos internos dos agrupamentos. O período de adaptação assegura que a comunidade educativa acolhe as normas sem rupturas operacionais.
Com efeito, a proibição de smartphones nas escolas estabelece uma barreira clara à dispersão digital nos recintos educativos. A intenção passa por valorizar o convívio presencial durante os intervalos. De igual modo, a medida salvaguarda excepções pontuais para fins estritamente pedagógicos sob orientação docente. Portanto, os professores mantêm a autonomia para autorizar o uso de ferramentas digitais quando a planificação lectiva o exigir.
Novas regras de contratação docente e plano contra a carência
Paralelamente, o chefe de Estado promulgou o decreto que altera o regime de recrutamento docente. O diploma resulta do Conselho de Ministros de 30 de Julho e integra o programa Plano + Aulas + Sucesso. A legislação revista redefine o mapa geográfico das necessidades educativas. No ano transacto, as autoridades contabilizavam dez Quadros de Zona Pedagógica (QZP) carenciados, correspondentes a 258 unidades orgânicas. Actualmente, a lista contempla apenas oito zonas pedagógicas em situação crítica. Esta mancha geográfica abrange 235 unidades orgânicas situadas na Grande Lisboa, na Península de Setúbal e no Algarve.
Além disso, o Governo circunscreveu o bónus mensal de 750 euros aos docentes destas regiões deficitárias. O incentivo financeiro destina-se aos professores que aceitem adiar a respectiva passagem à reforma. Por último, o diploma simplifica o reconhecimento das habilitações académicas pós-Bolonha. Deste modo, a verificação passa a focar-se na área científica da licenciatura, dispensando o cálculo de créditos específicos. Assim, um licenciado em Economia passa a leccionar Economia directamente. Da mesma forma, um graduado em Psicologia obtém autorização imediata para ministrar essa disciplina sem entraves burocráticos.
O conteúdo Proibição de smartphones nas escolas avança até ao 9.º ano aparece primeiro em oRegiões.