I residenti della zona di Cascais stanno chiedendo misure concrete per l'Avenida Marginal, che collega Lisbona a Cascais, attraverso una petizione che già raccoglie più di 1.700 firme. Le principali preoccupazioni riguardano l'eccesso di velocità, le corse illegali, il rumore, i comportamenti pericolosi e vari incidenti mortali, problemi che i residenti assicurano si trascinino da molti anni senza una risposta adeguata.
La petizione è stata lanciata due settimane fa dall'Associazione dei Residenti del quartiere Almirante Nunes da Mata, noto anche come quartiere delle Avencas, nel comune di Cascais. Il responsabile dell'associazione Ricardo Parro ha dichiarato che il numero di firme raccolte è molto superiore alle aspettative, il che ha portato i residenti a considerare di indirizzare il documento anche all'Assemblea della Repubblica.
Tra le misure richieste nella petizione ci sono il rafforzamento del controllo di polizia, l'installazione di autovelox e l'applicazione di multe pesanti. I residenti vogliono che il Comune di Cascais, la Polizia di Sicurezza Pubblica e le Infrastrutture del Portogallo si coordinino per risolvere il problema dell'insicurezza e del mancato rispetto della segnaletica esistente, incluso il limite massimo di 50 chilometri all'ora.
Ricardo Parro ha sottolineato che il vero problema è la mancata osservanza dell'attuale limite di velocità, rivelando che i residenti hanno registrato dati sulle velocità praticate sulla Marginal, che hanno raggiunto i 220 chilometri all'ora.
Excesso de velocidade, corridas ilegais, ruído e acidentes estão a levar os moradores a exigir medidas concretas para a Avenida Marginal, que liga Lisboa a Cascais, e já são mais de 1.700 as pessoas que assinaram o abaixo-assinado pela segurança.
Preocupados com a insegurança na Avenida Marginal, que liga Lisboa a Cascais, com “vários acidentes mortais”, excesso de velocidade e corridas ilegais, moradores da zona decidiram promover um abaixo-assinado para exigir mais fiscalização policial e aumento das multas.
Lançado há duas semanas pela Associação de Moradores do Bairro Almirante Nunes da Mata (AMBA), no concelho de Cascais, o abaixo-assinado pela segurança na Avenida Marginal reúne esta segunda-feira “mais de 1.700 assinaturas”, indicou o dirigente associativo Ricardo Parro, em declarações.
As preocupações prendem-se com a sucessão de acidentes, episódios de excesso de velocidade, corridas ilegais, ruído e comportamentos perigosos na Marginal, problemas que, segundo os moradores, se arrastam há “muitos anos” sem uma resposta cabal.
Neste sentido, os moradores do Bairro Almirante Nunes da Mata, também conhecido por Bairro das Avencas, querem que as entidades responsáveis, nomeadamente a Câmara Municipal de Cascais, a Polícia de Segurança Pública e a Infraestruturas de Portugal, “se coordenem e resolvam o problema da Marginal a nível de insegurança e de desrespeito da sinalização” existente na estrada, inclusive o limite de velocidade máxima de 50 quilómetros por hora (km/h).
“Qualquer dia há uma desgraça grande”
E, considerando o número de assinaturas já recolhidas, “muito acima do esperado”, os moradores ponderam dirigir o abaixo-assinado também à Assembleia da República, de acordo com o porta-voz da associação.
Entre as medidas exigidas no abaixo-assinado estão o reforço da fiscalização por parte da polícia e a instalação de radares de controlo de velocidade, indicou o responsável da AMBA, sugerindo ainda “multas pesadas”.
Questionado sobre a eventual necessidade de reduzir a velocidade máxima de 50 km/h, Ricardo Parro sublinhou que “o problema é que ninguém respeita” o atual limite e revelou que os moradores estão a registar dados das velocidades que se praticam na Marginal, “que chega aos 220 km/h”.
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