La Pharol ha annunciato venerdì che il consiglio di amministrazione ha deciso di assegnare la carica di amministratore delegato a Bernardo Amado, avendo anche confermato che João Moreira Rato ha ottenuto il via libera dal regolatore bancario per le funzioni di chairman. L'autorizzazione della Banca del Portogallo è stata concessa il 5 agosto scorso, secondo comunicato inviato al mercato.
Bernardo Amado e Moreira Rato sostituiscono così Palha da Silva, che ha guidato la Pharol per circa un decennio, dopo la vendita dell'operatore Meo all'Altice. Fa parte della nuova amministrazione anche Rafaela Andrade, mentre João Ferreira Marques è stato nominato amministratore supplente nell'assemblea generale che si è tenuta circa un mese fa.
Quanto a Moreira Rato, si tratta di un economista ed ex presidente dell'IGCP che ricopre la carica di amministratore non esecutivo della Caixa Geral de Depósitos da un anno. Per questo motivo, la sua nomina

A Pharol anunciou esta sexta-feira que o conselho de administração decidiu atribuir o cargo de administrador-delegado a Bernardo Amado, e confirmou a notícia do ECO de que João Moreira Rato teve luz verde do regulador bancário para as funções de chairman.
Bernardo Amado e Moreira Rato substituem assim Palha da Silva, que liderou a Pharol durante cerca de uma década, após a venda da operadora Meo à Altice.
Faz parte ainda da nova administração Rafaela Andrade, enquanto João Ferreira Marques foi nomeado como administrador-suplente na assembleia geral que teve lugar há cerca de um mês.
Quanto a Moreira Rato, o economista e antigo presidente do IGCP ocupa as funções de administrador não executivo da Caixa Geral de Depósitos (CGD) desde há um ano e, por isso, a sua nomeação para a Pharol estava dependente de uma decisão do regulador bancário.
BCE dá luz verde a João Moreira Rato para chairman da Pharol
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A Pharol diz que essa autorização foi concedida pelo Banco de Portugal no passado dia 5 de agosto, segundo o comunicado enviado ao mercado.
A empresa tem como principal ativo um crédito problemático de 897 milhões de euros relativo ao investimento ruinoso em papel comercial da Rio Forte e do qual só espera receber 52 milhões (apenas 6%).
No primeiro semestre registou prejuízos 970 mil euros, após lucros de mais de 2 milhões no mesmo período de 2025, com a empresa a justificar esse desempenho com a ausência de reembolsos fiscais significativos e o pagamento de prémios.