Il fatturato nel commercio è aumentato del 2% in termini tendenziali a luglio, rappresentando una piccola accelerazione di 0,1 punti percentuali rispetto al mese precedente, secondo i dati dell'Istituto Nazionale di Statistica (INE). Il commercio al dettaglio è stato il segmento con le migliori prestazioni, crescendo del 3% in termini tendenziali, con i prodotti alimentari saliti del 2,5% e i prodotti non alimentari che hanno registrato una variazione del 3,3%.
Il commercio all'ingrosso ha mostrato un'evoluzione positiva dello 0,5%, dopo aver registrato una contrazione dello 0,6% a giugno. Il segmento di commercio, manutenzione e riparazione di veicoli automobili è salito del 3,9%, sebbene abbia rallentato di 4,6 punti percentuali rispetto alla variazione registrata nel mese precedente.
Per quanto riguarda l'occupazione nel settore, luglio è stato caratterizzato da un calo tendenziale dell'1,6%, dopo la crescita dell'1,1% registrata a giugno. Le retribuzioni nel settore sono aumentate del 4,8%, rallentando significativamente rispetto al balzo dell'8,4% registrato nel mese precedente, mentre le ore lavorate sono salite dell'1,1%, anch'esse con un rallentamento rispetto all'aumento dell'1,9% di giugno.

O volume de negócios no comércio aumentou, em termos homólogos, 2% no sétimo mês do ano, de acordo com os dados divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Em causa está uma pequena aceleração. Já o emprego nesse setor recuou em julho face ao registado há um ano.
“O índice de volume de negócios no comércio registou, em julho, uma variação homóloga de 2,0%, superior em 0,1 pontos percentuais à observada no mês anterior“, informa o gabinete de estatísticas, num destaque publicado esta manhã.
Site indica 16 concelhos sem Volta. Gestora fala em cinco
Ler Mais
Em maior detalhe, o comércio a retalho cresceu 3% em termos homólogos, acelerando 0,3 pontos percentuais face a junho. “Os índices dos agrupamentos de produtos alimentares e produtos não alimentares apresentaram variações homólogas de 2,5% e 3,3%, respetivamente. Face ao mês anterior, estes resultados traduzem uma aceleração de 1,2 pontos percentuais nos produtos alimentares e uma desaceleração de 0,4 pontos percentuais nos produtos não alimentares”, indica o INE.
Já o comércio por grosso aumentou 0,5%, depois de ter contraído 0,6% no mês anterior. Por sua vez, o comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis subiu 3,9%, abrandando 4,6 pontos percentuais face à variação que tinha sido registada em junho.

Quanto ao emprego neste setor, os dados mostram que julho foi sinónimo de um recuo homólogo de 1,6%, depois do crescimento de 1,1% verificado em junho. Já as remunerações subiram 4,8%, abrandando face ao salto de 8,4% de junho. E as horas trabalhadas aumentaram 1,1%, desacelerando face à subida de 1,9% do mês anterior.