Tim Cook, who took over command of Apple after the death of founder Steve Jobs, is preparing to leave the position of Chief Executive Officer (CEO) on September 1, after nearly 15 years at the helm of the company, during which he transformed Apple into a $4 trillion giant. Cook, 65, will become Chairman of the Board, handing over command to John Ternus, current Senior Vice President of Hardware Engineering, who at 51 will become the third leader of the company in three decades.
Ternus has worked at Apple for a quarter of a century and participated in the development of the brand's main products, including the various generations of the iPhone and iPad, as well as the launch of AirPods, Apple Watch and Vision Pro. The choice of a leader from the hardware area indicates that Apple believes the future of artificial intelligence will go through integrated devices, such as smart glasses or AirPods with cameras, and not just the cloud.
However, the new CEO will face significant challenges. Apple has fallen behind competitors like Google, which has already integrated AI into its devices, or companies like OpenAI and Anthropic. Despite having presented "Apple Intelligence," features like the much-awaited Siri assistant update have suffered successive delays, highlighting difficulties in meeting current market standards.
In addition, the trade policy determined by US President Donald Trump will be another challenge for Ternus. Apple has built a vast supply chain centered in China, but this model is now vulnerable due to the deteriorating relations between Washington and Beijing. The company promised to invest tens of billions of dollars in chips manufactured in the USA for iPhones and add a Mac Mini assembly line in Texas, although most of its supply chain remains in Asia.

John Ternus vai assumir, em 01 de setembro, o império financeiro consolidado por Tim Cook na Apple, onde terá de lidar com o impacto das políticas tarifárias dos EUA e de acelerar o desempenho na corrida da inteligência artificial (IA).
Tim Cook, o líder que assumiu o comando da Apple após a morte do fundador, Steve Jobs, prepara-se para deixar o cargo de presidente executivo (CEO), depois de transformar a empresa numa gigante de 4 biliões de dólares (3,4 biliões de euros).
Após quase 15 anos à frente da companhia, Cook, de 65 anos, passará a ser presidente do Conselho de Administração e cederá o comando a John Ternus, atual vice-presidente sénior de Engenharia de Hardware.
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A escolha de um líder da área de hardware indica que a Apple acredita que o futuro da IA passará por dispositivos integrados, como óculos inteligentes ou AirPods com câmaras, e não apenas pela nuvem.
A Apple ficou para trás em relação a gigantes como o Google, que já integrou IA nos seus dispositivos, ou empresas emergentes como OpenAI e Anthropic, que se tornaram líderes do setor.
Apesar de ter apresentado o “Apple Intelligence”, alguns recursos, como a aguardada atualização da assistente Siri, sofreram sucessivos atrasos, o que evidencia a dificuldade da empresa em atingir os padrões atuais do mercado.
Além disso, a política comercial determinada pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, será outro desafio para o sucessor de Cook.
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A Apple é capaz de gerar milhões graças ao facto de Cook ter construído uma cadeia de fornecimento vasta, eficiente e económica centrada na China, mas este modelo hoje é vulnerável devido à deterioração das relações entre Washington e Pequim.
Ternus herda o desafio complexo de diversificar essa rede devido às políticas tarifárias impulsionadas pela administração de Donald Trump para incentivar a produção nos Estados Unidos.
Após o início da pandemia de covid-19, a Apple apostou na Índia como alternativa para reduzir a sua dependência da China, mas essa transição enfrentou obstáculos diplomáticos após a reeleição de Trump em 2024.
A nova administração está focada em gerar mais investimentos e empregos no país e recorreu à ameaça de tarifas mais altas para pressionar as empresas a transferir parte de suas cadeias de suprimentos para os Estados Unidos.
A Apple prometeu investir dezenas de milhares de milhões de dólares no país em chips fabricados nos EUA para iPhones, além de adicionar uma linha de montagem do Mac Mini no Texas. No entanto, a maior parte de sua cadeia de fornecimento permanece na Ásia.
A empresa iniciará uma nova era a 01 de setembro, quando John Ternus assumir, aos 51 anos, o cargo de CEO, tornando-se o terceiro líder da companhia em três décadas.
O atual responsável de Engenharia de Hardware está na empresa de Cupertino (Califórnia) há um quarto de século e participou em praticamente todos os grandes sucessos recentes da marca, desde as diversas gerações do iPhone e do iPad até o lançamento dos AirPods, do Apple Watch e a incursão na realidade mista com o Vision Pro.