Nvidia, one of the largest listed companies worldwide and leading manufacturer of cutting-edge chips for artificial intelligence, reported results above expectations for the second fiscal quarter. The company reported revenues of $96.2 billion, surpassing the $92.27 billion estimated by analysts, with the data center division reaching $89 billion against the $85.4 billion forecast. Adjusted earnings per share were $2.22, above the $2.09 expected, and the gross margin stood at 75%. For the third quarter, Nvidia projects revenues of $108 billion, but excluded sales to China from this forecast due to uncertainty surrounding export licenses, also forecasting 70% year-on-year revenue growth for the next fiscal year.
In Europe, Pernod Ricard closed fiscal year 2026 with a 3.9% decline in organic sales, to €9.4 billion, below the 3.7% expected by analysts. Recurring operating profit fell 5.2%, to €2.42 billion, still above the -5.9% estimate, while net profit dropped 26%, to €1.2 billion, penalized by weakness in the North American and Chinese markets. The French construction company Eiffage reported first-half results with net profit rising 12.1% and its order book growing 7%, to €31.5 billion, having reiterated its outlook for 2026.
In Portugal, Mota-Engil reported first-half results with net profit rising 24% year-on-year, to €74 million, and revenue increasing 6%, to €2.898 billion. The order book reached a historic high of €17.7 billion, which led investors to react positively, with the company's shares rising more than 3.50% that day. BCP continued to renew 2015 highs, with shares trading around €1.1250.

A divulgação dos resultados do 2º trimestre fiscal da Nvidia, uma das maiores cotadas a nível mundial, era aguardada com grande expectativa pelos mercados. A empresa é a principal fabricante de chips de última geração, utilizados nos mais recentes avanços em inteligência artificial, pelo que os seus resultados funcionam atualmente como o principal termómetro do ciclo de investimento em IA, numa altura em que cresce o debate sobre uma eventual bolha nas avaliações do setor tecnológico.
A Nvidia reportou receitas de $96,2 mM no 2º trimestre fiscal, acima dos $92,27 mM esperados pelos analistas, com a divisão de data centers a atingir $89 mM, também acima da estimativa de $85,4 mM. O lucro por ação ajustado foi de $2,22, superando os $2,09 previstos, com a margem bruta a fixar-se em 75%. Para o terceiro trimestre fiscal, a empresa projeta agora receitas de $108 mM, acima dos $103,9 mM esperados, mas excluiu nessa previsão as vendas à China devido à incerteza em torno das licenças de exportação. Por fim, a gigante tecnológica previu, para o próximo ano fiscal, um crescimento homólogo das receitas de 70%.
Na Europa, destacou-se a Pernod Ricard, que encerrou o ano fiscal de 2026 com uma queda de vendas orgânicas de 3,9%, para €9,4 mM, aquém dos 3,7% esperados, e um lucro recorrente das operações a recuar 5,2%, para €2,42 mM, batendo a estimativa de -5,9%, com o lucro líquido a cair 26%, para €1,2 mM, penalizado pela fraqueza nos EUA e na China. Já a construtora francesa Eiffage apresentou os resultados do primeiro semestre, com o lucro líquido a subir 12,1% e a carteira de encomendas a crescer 7%, para €31,5 mM, tendo reiterado as perspetivas para 2026.
Em Portugal, a Mota-Engil, que apresentou na quinta-feira os resultados do primeiro semestre, com o lucro líquido a subir 24% y/y, para €74 milhões, e a receita a aumentar 6%, para €2.898 milhões, com a carteira de encomendas a atingir um máximo histórico de €17,7 mil milhões. Os investidores reagiram positivamente aos resultados, com as ações da Mota-Engil a valorizarem mais de 3,50% nesse dia. Por sua vez, o BCP continua a renovar máximos de 2015, agora em torno dos €1,1250.