Zwischen 2020 und 2025 verzeichnete das portugiesische Festland insgesamt 50.218 Brände mit identifizierbarer Ursache. Obwohl nur etwa 31% dieser Brände in als hoch und sehr hoch gefährdet eingestuften Gebieten begannen, die nur 30,6% der Oberfläche des Territoriums einnehmen, waren diese Zonen für 80,3% der gesamten verbrannten Fläche in diesem Zeitraum verantwortlich.
Die Regionen Norte und Centro traten als die am stärksten betroffenen hervor und repräsentierten zusammen 90,7% der abgebrannten Fläche. Der Norte entsprach 42,1% der betroffenen Fläche und der Centro 48,6%. Diese Dominanz ist damit verbunden, dass Wälder und Gestrüpp 84,5% bzw. 92,6% der Gebiete mit hoher und sehr hoher Gefährdung einnehmen, wobei sich 77,6% der Gestrüppbedeckung und 47,0% des Waldes des Festlands in diesen Risikokategorien befinden.
Eine zusätzliche Analyse zeigt, dass 69,6% der Oberfläche in den brandanfälligsten Zonen mehr als 15 Minuten Fahrtzeit von einer Feuerwehr entfernt liegt. Die Realität wird noch verschärft durch das erhebliche Vorhandensein von Schnittstellen zwischen städtischen Gebieten und brennbarer Vegetation, mit 8.168 km direkter und 1.373 km indirekter Schnittstelle, was das Risiko der Brandausbreitung erhöht. Die Daten stammen vom Instituto Nacional de Estatística.
Entre 2020 e 2025, o Continente registou um total de 50.218 incêndios com origem identificável, conforme dados recentes das autoridades competentes. Apesar de aproximadamente 31% desses incêndios terem começado em áreas catalogadas como de alta e muito alta perigosidade, essas classificações, que ocupam apenas 30,6% da superfície do território, foram responsáveis por 80,3% da área total queimada nesse período.
As regiões Norte e Centro destacaram-se no cenário de incêndios, com juntas representando 90,7% da área ardida. O Norte correspondeu a 42,1% da área afetada, enquanto o Centro somou 48,6%. A predominância de florestas e matos nessas áreas é alarmante, já que esses ambientes ocupam 84,5% e 92,6% das áreas de alta e muito alta perigosidade, respetivamente. Aproximadamente 77,6% da cobertura de matos e 47,0% da floresta do Continente se situam nessas categorias de risco.
Além disso, uma análise revela que 69,6% da superfície situada nas zonas mais propensas a incêndios se encontra a mais de 15 minutos de distância de um corpo de bombeiros. Essa realidade é acentuada pela presença significativa de interfaces entre áreas urbanas e vegetação combustível, contabilizando 8.168 km de interface direta e 1.373 km de interface indireta, o que aumenta o risco de incêndios em caso de ocorrência de chamas. As autoridades continuam a monitorar a situação, implorando por uma resposta eficaz para mitigar os incêndios florestais nos próximos anos.
Origem: Instituto Nacional de Estatística