Das Stück „Arte" von Yasmina Reza wird am 22. und 23. Oktober in Faro aufgeführt, nach einer fünfmonatigen ausverkauften Spielzeit in Lissabon und einer Vorstellung in Porto. Die Vorstellung ist Teil einer nationalen Tournee, die am 4. September in Penafiel beginnt und im Dezember endet, mit Auftritten in verschiedenen portugiesischen Städten.
Die Inszenierung stammt von António Pires, die Hauptrollen übernehmen Cristovão Campos, Nuno Lopes und Rui Melo. Der Produzent Força de Produção gab bekannt, dass diese Version keine Wiederaufnahme des 1998 in Portugal aufgeführten Stücks ist, sondern „etwas anderes, ein anderes Stück", wie der Regisseur es formulierte.
Das Stück begleitet drei Freunde, deren Beziehung auf die Probe gestellt wird, als einer von ihnen ein vollständig weißes Gemälde eines berühmten zeitgenössischen Künstlers kauft. Ausgehend von diesem Vorfall behandelt das Werk Themen wie Konflikt, Empathie, die Subjektivität des Geschmacks, das Zusammenleben und die Akzeptanz. Die Premiere fand im September 2025 im Teatro Maria Matos in Lissabon statt.
In Portugal wurde „Arte" erstmals 1998 im Teatro Villaret in Lissabon aufgeführt, mit António Feio, José Pedro Gomes und Miguel Guilherme in den Hauptrollen, in einer Inszenierung von António Feio. Das Stück hatte 2003 erneut dieselben Darsteller und kehrte 2016 auf die Bühne zurück, im Teatro Tivoli, mit Vítor Norte, João Lagarto und Adriano Luz in den Hauptrollen, inszeniert von Adriano Luz und Carla de Sá.
Depois de uma temporada de cinco meses em Lisboa e de uma passagem pelo Porto, Arte, de Yasmina Reza, chega a Faro nos dias 22 e 23 de outubro, integrada numa digressão nacional que começa a 4 de setembro, em Penafiel.
A peça é encenada por António Pires e conta com interpretações de Cristovão Campos, Nuno Lopes e Rui Melo.
“Depois de uma temporada de cinco meses esgotada em Lisboa e de uma passagem pelo Porto, ‘Arte’ vai continuar a digressão pelo país”, anunciou a produtora Força de Produção.
Faro recebe duas apresentações em outubro
Após a estreia da digressão em Penafiel, a 4 de setembro, a peça passa pela Figueira da Foz, no dia 5, Guarda, a 11, Fafe, a 18, Santa Comba Dão, a 19, Barcelos, a 24, Paredes de Coura, a 25, e Albergaria-a-Velha, a 26.
Em outubro, o espetáculo será apresentado em Setúbal, no dia 3, Almada, a 9, Barreiro, a 10, Vila Real, a 16, Vale de Cambra, a 17, e Faro, nos dias 22 e 23.
A digressão prossegue depois por Paredes, a 24 de outubro, Lousã, a 30, e Torres Novas, a 31.
Em novembro, estão previstas apresentações em Oliveira do Hospital, no dia 6, Oliveira de Azeméis, a 7, Sardoal, a 14, Montijo, a 27, e Águeda, a 28.
O calendário termina em dezembro, com passagens por Ourém, no dia 5, Vila Nova de Famalicão, nos dias 11 e 12, e Leiria, a 17.
Um quadro branco põe à prova três amigos
Estreada em setembro de 2025 no Teatro Maria Matos, em Lisboa, a peça acompanha três amigos cuja relação é perturbada quando um deles compra um quadro totalmente branco, assinado por um famoso artista contemporâneo.
A partir desse episódio, a obra aborda temas como o conflito, a empatia, a subjetividade do gosto, a convivência e a aceitação.
Antes da estreia, António Pires salientou, em entrevista à Lusa, que esta versão “não é, de todo, uma reposição da peça de 1998”, quando o texto de Yasmina Reza foi apresentado pela primeira vez em Portugal.
É “outra coisa, outro espetáculo”, assegurou o encenador.
Peça estreou-se em Portugal em 1998
A primeira produção portuguesa de “Arte” estreou-se em 1998, no Teatro Villaret, em Lisboa, com António Feio, que também assinava a encenação, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme. O espetáculo foi então gravado em vídeo.
Os três atores voltaram a protagonizar a peça em 2003, tornando-a numa das comédias de maior êxito da produtora UAU.
Em 2016, a obra regressou aos palcos no Teatro Tivoli, em Lisboa, interpretada por Vítor Norte, João Lagarto e Adriano Luz. A encenação esteve a cargo de Adriano Luz e Carla de Sá.
As duas produções anteriores realizaram também digressões por vários palcos portugueses.
Leia também: QRER renova o Convite ao Interior com etnobotânica e investigação comunitária