Noites no Cais kehrt zwischen dem 4. und 6. September nach Lagos zurück und verwandelt den Cais das Descobertas und den Jardim da Constituição in eine Open-Air-Bühne an den Mauern der historischen Stadt. Die 2020 ins Leben gerufenen Noites no Cais haben sich als eine der wichtigsten Veranstaltungen der Gemeinde etabliert und nutzen einen Ort, der mit der maritimen Geschichte von Lagos verbunden ist, um Open-Air-Kunstprojekte zu präsentieren.
Das dreitägige Programm umfasst Aufführungen von La Barca, Afro Anatolian Tales und Bandua, die jeweils um 21:30 Uhr beginnen. Das Programm verbindet traditionelle und zeitgenössische Klänge, elektronische und akustische Musik in einem multikulturellen Ansatz, der Tradition und Moderne vereint und Bezüge aus Ost und West verbindet.
Neben der Musik beherbergt der Veranstaltungsort eine Kunstinstallation von Nuno Pimenta, kuratiert von ETERNO, inspiriert von der Meeresbrandung und der historischen Beziehung von Lagos zum Ozean. Die ephemere Struktur verwendet vorhandene und wiederverwendbare Materialien und schafft eine Verbindung zwischen Kunst, Architektur und der umgebenden Landschaft.
Der erste Abend am 4. September wird von La Barca mit dem Stück „Verde mi Sangre, Rojo tus Hojas" gestaltet, einer musikalischen Reise durch die natürliche Welt. Am 5. September präsentiert Afro Anatolian Tales „Tarab Dance", geleitet vom niederländisch-türkischen Perkussionisten Sjahin During, und versammelt Musiker verschiedener Nationalitäten, um Musiktraditionen aus Anatolien, dem Iran, Indien und anderen Kulturen entlang der Seidenstraße zu erkunden. Am 6. September schließt Bandua die Veranstaltung mit Referenzen an die portugiesische Erinnerung und Kultur ab, verknüpft mit globalen Musiktrends. Die Aufführungen sind kostenlos, wobei Eintrittskarten an der Rezeption des Centro Cultural de Lagos oder vor Ort ab 19:00 Uhr erhältlich sind.
O Cais das Descobertas e o Jardim da Constituição, em Lagos, voltam a transformar-se num palco ao ar livre para mais uma edição das Noites no Cais, que entre 4 e 6 de setembro propõem três noites de música, arte e encontro entre diferentes culturas.
Com início marcado para as 21h30, a programação reúne La Barca, Afro Anatolian Tales e Bandua, num cartaz que cruza sonoridades tradicionais e contemporâneas, eletrónica e música acústica, numa abordagem marcada pelo diálogo entre diferentes geografias culturais.
Além da música, o espaço junto às muralhas da cidade histórica recebe uma instalação artística de Nuno Pimenta, criada especificamente para esta edição, com curadoria da ETERNO.
Criadas em 2020, as Noites no Cais afirmaram-se como um dos eventos de referência do concelho, aproveitando um espaço ligado à história marítima de Lagos para acolher propostas artísticas ao ar livre.
A edição deste ano mantém uma programação de caráter multicultural, aproximando tradição e contemporaneidade e cruzando referências do Oriente e do Ocidente, bem como diferentes linguagens artísticas.
A instalação de Nuno Pimenta, inspirada na ondulação do mar e na relação histórica de Lagos com o oceano, recorre a materiais existentes e reutilizáveis para criar uma estrutura efémera que estabelece uma ligação entre arte, arquitetura e a paisagem envolvente.
A primeira noite, a 4 de setembro, fica a cargo de La Barca, com o espetáculo “Verde mi Sangre, Rojo tus Hojas”. Desenvolvido a partir de um processo de investigação sobre biodiversidade, o projeto propõe uma viagem musical pelo mundo natural, dando simbolicamente voz a rios, árvores, abelhas, pássaros e outros elementos da natureza.
No dia 5, é a vez de Afro Anatolian Tales apresentar “Tarab Dance”. Liderado pelo percussionista neerlandês-turco Sjahin During, o projeto reúne músicos de diferentes nacionalidades e percorre tradições musicais da Anatólia, do Irão, da Índia e de outras culturas associadas à antiga Rota da Seda. A proposta cruza ritmos e melodias ancestrais com eletrónica, improvisação e sonoridades contemporâneas, estabelecendo uma ponte musical entre diferentes culturas.
As Noites no Cais terminam a 6 de setembro com Bandua, projeto de Bernardo D’Addario e Edgar Valente que cruza referências da memória e cultura portuguesas com tendências musicais globais. Entre sonoridades eletrónicas e orgânicas, tradição e tecnologia, a dupla apresenta uma abordagem contemporânea às raízes portuguesas, antecipando o universo de “BANDUA II”, novo álbum previsto para 2026.
Os espetáculos têm entrada gratuita, sendo necessário levantar previamente o bilhete na receção do Centro Cultural de Lagos. Nos dias dos concertos, será também possível levantar bilhetes no pórtico de entrada do recinto, a partir das 19h00.
Entre 4 e 6 de setembro, o Cais das Descobertas volta assim a receber uma programação que junta música, arte e diferentes culturas num dos espaços mais emblemáticos do centro histórico de Lagos.