Pharol gab die Ernennung von Bernardo Rhodes Sérgio Amado zum Delegierten Vorstandsmitglied bekannt, während einer Sitzung des Vorstands unter der Leitung von João Moreira Rato, dessen Amtsausübung von der Banco de Portugal am 5. August 2026 genehmigt wurde. Bernardo Amado, der bis dahin Finanzvorstand (CFO) der Pharol war, gehörte zu der Liste der Vorstandsmitglieder, die von der Risikokapitalgruppe DK Partners vorgeschlagen und von den Aktionären auf der Hauptversammlung vom 30. Juli 2026 genehmigt wurde.
Dieser Beschluss festigt die neue Governance-Struktur der an das вторые Markt der Euronext Lissabon notierten Holding in einer Phase der Erneuerung ihrer Führung nach einem Jahrzehnt der Verwaltung problembehafteter Vermögenswerte. Die Ernennung erfolgt zu einem entscheidenden Zeitpunkt für das Unternehmen, da ein Gericht in Luxemburg einen Anspruch der Pharol in Höhe von 897 Millionen Euro auf die Insolvenzmasse der Rioforte anerkannt hat – das toxische Vermögenswert, das die Geschichte der ehemaligen Portugal Telecom seit 2014 definiert.
Das Handelsgericht Luxemburg erkannte den von der Pharol geltend gemachten Anspruch in voller Höhe an, der sich aus 750 Millionen Euro und den bereits im Dezember 2024 anerkannten 147 Millionen Euro zusammensetzt, was die ursprüngliche Investition von 897 Millionen Euro ergibt. Die Pharol wurde auch von der Rückzahlung von 750 Millionen Euro befreit, die von der ESI (Espírito Santo International) gefordert worden waren. Die ehemalige PT SGPS verfügt als Hauptvermögenswert über Rioforte-Schuldinstrumente mit einem Nennwert von fast 900 Millionen Euro, die mit nur 51,9 Millionen Euro bewertet werden.
João Moreira Rato, der den Vorstand leitet, war zwischen 2012 und 2014 Präsident der Agentur für Staatsschulden- und Treasury-Management (IGCP), in dieser Zeit verantwortlich für die Strategie, die Portugal die Rückkehr an die Anleihemärkte ermöglichte. Er war auch erster CFO des Novobanco im Jahr 2014, Chairman der Banco CTT zwischen 2019 und 2023, und arbeitet seit 2015 als Seniorberater bei Morgan Stanley, zusätzlich zum Vorsitz des Portugiesischen Instituts für Corporate Governance (IPCG).

A Pharol anunciou esta sexta-feira a nomeação de Bernardo Rhodes Sérgio Amado para o cargo de Administrador-Delegado, numa reunião do Conselho de Administração presidida por João Moreira Rato, cujo exercício de funções tinha sido autorizado pelo Banco de Portugal cerca de três semanas antes, a 5 de agosto de 2026.
“A Pharol. informa que o Conselho de Administração reuniu hoje sob a presidência do Dr. João Moreira Rato, cujo exercício de funções foi autorizado pelo Banco de Portugal em 5 de agosto de 2026. Na referida reunião, e nos termos do artigo 407.º do Código das Sociedades Comerciais e do artigo 19.º dos Estatutos da Sociedade, o conselho deliberou atribuir ao administrador Dr. Bernardo Amado as competências de Administrador-Delegado”, lê-se no comunicado enviado ao mercado.
Bernardo Amado era até aqui administrador financeiro (CFO) da Pharol e integrou a lista de administradores proposta pelo grupo de capital de risco DK Partners e aprovada pelos acionistas em assembleia geral de 30 de julho de 2026 . Na mesma lista figuravam ainda Rafaela Figueira e João Ferreira Marques como administradores, além de João Moreira Rato para a presidência.
A deliberação consolida a nova estrutura de governo da holding cotada no segundo mercado da Euronext Lisboa numa fase de renovação da sua liderança após uma década de gestão de ativos problemáticos, e ocorre num momento crucial para a empresa, já que há menos de sete meses, um tribunal do Luxemburgo reconheceu à Pharol um crédito de 897 milhões de euros sobre a massa insolvente da Rioforte — o ativo tóxico que define a história da antiga Portugal Telecom desde 2014. Em fevereiro de 2026, o Tribunal de Comércio do Luxemburgo reconheceu, na totalidade, o crédito reclamado pela Pharol: 750 milhões de euros (somados aos 147 milhões já reconhecidos em dezembro de 2024), perfazendo os 897 milhões do investimento original. A Pharol foi também ilibada de devolver 750 milhões de euros que lhe eram reclamados pela ESI (Espírito Santo Internacional).
A ex-PT SGPS tem como principal ativo instrumentos de dívida da Rioforte com o valor nominal de quase 900 milhões, mas que se encontram avaliados em apenas 51,9 milhões de euros.
João Moreira Rato destacou-se no panorama financeiro português, depois de, entre 2012 e 2014, durante a crise da dívida soberana europeia, como Presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), ter sido responsável pela estratégia que levou Portugal de volta aos mercados de dívida de médio e longo praz . Foi ainda o primeiro CFO do Novobanco (2014), Chairman do Banco CTT (2019-2023) e trabalhou como perito principal da Oliver Wyman no Kuwait e Abu Dhabi. Desde 2015, atua como consultor sénior da Morgan Stanley e é Presidente do Instituto Português de Corporate Governance (IPCG).