Die zweite Phase des Metrobus in Porto, die die Avenida do Marechal Gomes da Costa mit dem Kreisel Anémona an der Grenze zu Matosinhos verbinden wird, soll erst im Januar 2027 in Betrieb gehen. Der Zeitplan stellt eine Verzögerung gegenüber der ursprünglichen Prognose dar, die von einer Fertigstellung der Bauarbeiten in diesem Monat ausging. Der Betrieb dieses neuen Abschnitts wird von der STCP übernommen, während die Bauarbeiten in der Verantwortung der Metro liegen. Der Präsident des Verkehrsunternehmens, Luís Osório, räumt ein, dass selbst der Termin im Januar noch Änderungen unterliegen könnte.
Der erste Abschnitt dieser Operation ist bereits zwischen dem Kreisel Boavista und dem Platz Praça do Império in Betrieb, wobei die STCP den Service seit Februar sicherstellt. Die neue Verbindung wird das Metrobus-Netz in Richtung Matosinhos erweitern und die Strecke zwischen der Avenida do Marechal Gomes da Costa in Porto und dem Kreisel Anémona etablieren. Luís Osório erklärte, dass die STCP die Planung der Bauarbeiten nicht direkt begleitet, da ihr Engagement vor allem auf den zukünftigen Betrieb ausgerichtet ist.
Luís Osório bekundete auch die Bereitschaft der STCP, dass das Metrobus-Netz in Richtung Matosinhos und Maia vorangetrieben wird. Es geht um eine Verbindung zwischen dem Markt von Matosinhos und der Metrostation Os Verdes in Maia mit Durchfahrt durch Leça da Palmeira. Nach Angaben des Verantwortlichen hängt die Umsetzung dieser Erweiterung von den erforderlichen Betriebsbedingungen und dem rechtlichen Rahmen ab.
Die STCP arbeitet auch an einer umfassenderen Reform ihres Verkehrsnetzes. Das Unternehmen wird mit einem Partnerunternehmen zusammenarbeiten, das den Plan für nachhaltige städtische Mobilität in Porto erstellt hat, und zählt auch auf die Beteiligung der OPT und der Ingenieurfakultät. Die Absicht ist, den Aktionären in etwa einem Jahr einen Vorschlag zu unterbreiten, der das Angebot an die in der Stadt eingetretenen Veränderungen anpasst.
A segunda fase do metrobus do Porto, que vai ligar a Avenida do Marechal Gomes da Costa à Rotunda da Anémona, junto à fronteira com Matosinhos, só deverá entrar em funcionamento em janeiro de 2027. O calendário representa um atraso face à previsão inicial, que apontava para a conclusão da empreitada durante este mês.
A operação deste novo troço ficará a cargo da STCP, enquanto a obra é da responsabilidade da Metro. O presidente da empresa de transportes, Luís Osório, admite, contudo, que mesmo a data de janeiro poderá sofrer alterações, embora ressalve que qualquer eventual derrapagem seria, para já, apenas uma possibilidade.
Calendário que já mudou
“Qualquer pessoa que passe lá consegue perceber que [a obra] não termina no final de agosto”, afirmou Luís Osório, numa entrevista citada pelo Jornal de Notícias. O responsável explicou que a STCP não acompanha diretamente o planeamento da empreitada, uma vez que a sua intervenção está relacionada sobretudo com a futura operação.
A previsão atualmente transmitida à empresa aponta para o início da segunda fase em janeiro. “Neste momento, esperamos começar a segunda fase em janeiro, seja em testes, seja na totalidade”, acrescentou o presidente da STCP. A empresa admite, assim, que o arranque possa ocorrer inicialmente em fase de testes ou já com o serviço completo.
Da Boavista até Matosinhos
A nova ligação prolongará a rede de metrobus na direção de Matosinhos, estabelecendo o percurso entre a Avenida do Marechal Gomes da Costa, no Porto, e a Rotunda da Anémona. O objetivo é assegurar uma ligação que atravesse esta zona da cidade até à fronteira com o concelho vizinho.
O primeiro troço desta operação já está em funcionamento entre a Rotunda da Boavista e a Praça do Império, com a STCP a assegurar o serviço desde fevereiro. A segunda fase ficará, por isso, integrada num modelo de transporte que já começou a ser utilizado no Porto.
STCP quer continuar a expandir
Luís Osório manifestou também disponibilidade para que a rede de metrobus avance em direção a Matosinhos e à Maia. Em causa está uma ligação entre o Mercado de Matosinhos e a estação de metro de Os Verdes, na Maia, com passagem por Leça da Palmeira.
“Estamos disponíveis. Desde que com as devidas condições e desde que com a componente legal salvaguardada”, afirmou o responsável, citado pelo Jornal de Notícias. A concretização dessa extensão dependerá, assim, das condições necessárias à sua operação e do enquadramento legal.
Nova rede de autocarros em preparação
A entrevista aborda ainda uma mudança mais ampla na rede da STCP. A empresa está a preparar uma reformulação que deverá ter em conta a evolução da cidade, novas centralidades, alterações de percursos e frequências.
“Vamos começar com uma empresa parceira que fez o PMUS [Plano de Mobilidade Urbana Sustentável] do Porto, portanto, conhece bem a realidade”, explicou Luís Osório. O trabalho deverá envolver também a OPT e a Faculdade de Engenharia, com a intenção de apresentar uma proposta aos acionistas dentro de aproximadamente um ano.
A STCP pretende adaptar a oferta às mudanças verificadas no Porto, mantendo a cobertura da rede enquanto analisa novas ligações e frequências. Segundo o responsável, trata-se de um processo que terá de considerar a transformação da própria cidade e as necessidades das diferentes zonas.
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