Der Finanzskandal, der den brasilianischen Vermögensverwalter Apex Partners erschüttert, hat seinen Betrieb in Lissabon erreicht und die europäischen Expansionspläne der Gruppe gefährdet. Die Apex Partners eröffnete im Juli 2025 ihr erstes internationales Büro in der portugiesischen Hauptstadt und präsentierte Lissabon als Plattform für die europäische Expansion durch eine auf Vermögensverwaltung und Vertrieb von Anlageprodukten konzentrierte Strategie mit etwa 30 Millionen Euro unter Verwaltung in Europa.
Die Krise entstand nach der Identifizierung von „finanziellen Unstimmigkeiten", die zu geschätzten Verbindlichkeiten

O escândalo financeiro que está a abalar a gestora de ativos brasileira Apex Partners atinge a operação em Lisboa e compromete os planos de expansão europeia do grupo.
A Apex tinha apresentado Lisboa como plataforma para a expansão europeia da Carbyne, com uma estratégia centrada em wealth management e distribuição de produtos de investimento. O grupo chegou a indicar cerca de 30 milhões de euros sob gestão na Europa.
Questionada sobre o caso, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) afirmou que está vinculada por deveres legais de sigilo profissional que a impedem de se pronunciar sobre a sua atuação em casos concretos.
A Apex Partners, grupo financeiro brasileiro que abriu em julho de 2025 o seu primeiro escritório internacional em Lisboa, está a enfrentar uma crise financeira e judicial no Brasil, com um passivo estimado em 985,6 milhões de reais (164,5 milhões de euros).
A crise surgiu após a identificação de “inconsistências financeiras” e levou ao afastamento do fundador e presidente, Fernando Antonio Kulnig Cinelli, e do administrador financeiro, Eduardo Siqueira.
A Justiça brasileira determinou entretanto o arresto de bens de Cinelli e a quebra do seu sigilo bancário, enquanto decorrem investigações a alegadas movimentações financeiras suspeitas. A Apex Partners pediu entretanto proteção contra credores no Brasil para evitar a falência e tentar recuperar a empresa.
Fundos ligados à Carbyne Investimentos, gestora do grupo especializada em crédito privado, private equity e mercados privados, registaram fortes desvalorizações e alguns enfrentam suspensões de resgates.
O caso está relacionado com uma operação de aquisição de uma participação na agência de viagens CVC, cuja queda em bolsa terá agravado as perdas e criado necessidades de liquidez e que obrigou a empresa a tirar dinheiro da sua tesouraria para cobrir as perdas do investimento feito com o dinheiro dos clientes.