КПП Повуа-де-Варзим выступил с заявлением, в котором оспаривает намерение ликвидировать Varzim Lazer — муниципальное предприятие, управляющее оборудованием в муниципалитетах Повуа-де-Варзим и Вила-ду-Конде. Коммунистическая партия утверждает, что обсуждение не должно начинаться с юридической формы организации, а с тщательной оценки модели управления, которая наилучшим образом служит населению.
Для КПП критерием оценки любой структуры должен быть не принцип существования или отсутствия муниципальных предприятий, а эффективность, прозрачность и способность обеспечить инвестиции и трудовые права. Партия отвергает любой сценарий приватизации и считает, что ликвидация Varzim Lazer не является стратегией управления, а лишь формальным изменением, не решающим структурных проблем.
КПП считает «мнимой экономией» аргумент о том, что муниципалитет финансирует деятельность компании, напоминая, что оборудование продолжит иметь расходы, которые необходимо будет нести, будь то через муниципальное предприятие или напрямую через муниципалитет. Партия отстаивает, что бизнес-структура, специализирующаяся на управлении обор
O PCP da Póvoa de Varzim lançou uma nota de imprensa onde contesta a intenção de extinguir a Varzim Lazer. Para os comunistas, a discussão não deve começar pela forma jurídica da entidade, mas pela avaliação rigorosa do modelo de gestão que melhor serve as populações dos dois concelhos.
O partido sublinha que não é contra empresas municipais por princípio, nem as defende apenas porque existem. O critério, afirma, deve ser a eficiência, a transparência e a capacidade de garantir investimento e direitos laborais. Por isso, rejeita qualquer cenário de privatização e alerta para o risco de decisões precipitadas. Extinguir a Varzim Lazer, defende, não representa uma estratégia de gestão, mas apenas uma mudança formal que não resolve problemas estruturais.
O PCP considera “falsa poupança” justificar a extinção com o argumento de que o Município financia a atividade da empresa. Recorda que os equipamentos continuarão a ter custos e que alguém terá de os suportar, seja através de uma empresa municipal ou diretamente pela autarquia. Defende ainda que uma estrutura empresarial dedicada exclusivamente à gestão de equipamentos pode, em determinadas circunstâncias, ser mais ágil do que a máquina administrativa da Câmara.
A nota insiste que eventuais problemas de transparência, controlo ou administração devem ser corrigidos dentro da própria empresa, e que a extinção deve ser “o último passo”. Sobre os cerca de 70 trabalhadores, o PCP exige rigor jurídico e respeito pelos direitos laborais, criticando o PS por interpretações “levianas” de decisões judiciais sobre processos de internalização.
Para os comunistas, a questão central não é “quanto custa a Varzim Lazer?”, mas sim “qual é a forma mais eficiente, transparente e socialmente justa de garantir estes serviços públicos” aos poveiros.
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