As Unidades Locais de Saúde (ULS) em Portugal gastaram cerca de 1.600 milhões de euros com medicamentos, representando um aumento face ao período anterior.
No entanto, o Infarmed, autoridade reguladora do medicamento, indica que nos primeiros sete meses do ano verificou-se uma desaceleração nos gastos com medicamentos, sugerindo uma tendência de abrandamento na despesa.
As áreas terapêuticas com maior peso na despesa são a oncologia e a terapia para o VIH, que consomem uma parte significativa dos recursos destinados a medicamentos.
Este relatório surge num contexto de preocupação com a sustentabilidade dos gastos em saúde e do acompanhamento contínuo dos custos associados aos tratamentos medicamentosos no sistema de saúde português.




