A Força Espacial norte-americana admitiu esta segunda-feira que os Estados Unidos têm armas no Espaço, confirmando o que era considerado um "segredo de Polichinelo" do Pentágono, segundo analistas ouvidos pela agência France-Presse.
Na terça-feira seguinte, a China e a Rússia reagiram publicamente a esta revelação. A China afirmou que o Espaço não pode tornar-se num campo de batalha, enquanto o Kremlin declarou que o Espaço deve estar "livre de qualquer arma".
Pequim e Moscovo criticaram duramente a presença de armas norte-americanas em órbita, considerando que tal constitui uma violação dos princípios que deveriam reger o Espaço sideral.
Os Estados Unidos, por sua vez, justificam a presença destas armas como ferramentas de controlo espacial capazes de defender a Força Conjunta norte-americana.




