Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Saiba quais são as despesas em que não deve usar este cartãoFoto de jarmoluk no Pexels
Negócios
Economia
Investimentos

Saiba quais são as despesas em que não deve usar este cartão

Postal do Algarve15 de setembro de 2026 às 18:00

O Banco de Portugal alerta para as despesas em que o uso do cartão de crédito pode transformar um encargo pontual numa dívida prolongada. O aviso aplica-se tanto aos cartões de crédito como aos cartões mistos que combinam funções de débito e de crédito no Multibanco. A modalidade de reembolso é determinante: o pagamento integral do saldo evita juros, enquanto o pagamento parcial gera encargos sobre o montante não liquidado. A TAEG máxima para novos contratos de cartões de crédito é de 18,5% no terceiro e quarto trimestre de 2026, segundo a tabela do BdP.

O artigo identifica nove situações em que se deve ponderar alternativas ao pagamento com cartão. São elas: pagar dívidas de outro cartão de crédito, impostos que não cabem no orçamento, compras em lojas online não fiáveis, prestações de empréstimos já difíceis de cumprir, a entrada e despesas iniciais da compra de casa, propinas e despesas de educação sem plano de pagamento, tratamentos de saúde de valor elevado sem comparar financiamento, despesas correntes quando o cartão compensa a falta de rendimento, e levantamentos de dinheiro a crédito (cash advance), que podem incluir comissões elevadas e juros.

Em relação aos tratamentos de saúde, o BdP alerta que os cartões são habitualmente mais onerosos do que outras modalidades de crédito, existindo categorias com TAEG inferior a 8,9% para saúde e educação. Nos levantamentos a crédito, uma comissão de 4 euros mais 4% sobre um levantamento de 20 euros custaria 4,80 euros só em comissão, antes de juros e impostos.

Antes de utilizar o cartão, o BdP recomenda conhecer o saldo em dívida, a data de pagamento e os encargos previstos, analisando a TAEG e o montante total imputed ao consumidor. Quem já tem dificuldades pode recorrer gratuitamente à Rede de Apoio ao Cliente Bancário para informação, aconselhamento e acompanhamento.

Porque é que isto importa

Portuguese consumers need to understand which expenses risk accumulating expensive credit card debt, as the article provides official Banco de Portugal guidance with specific TAEG limits (18,5% for credit cards versus 8,9% for personal credit). The practical tips on comparing repayment options and seeking help through the Banco de Portugal's support network directly affect readers managing household budgets and credit obligations.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Postal do Algarve a 15 de setembro de 2026 às 18:00; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 23364 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Novo lar da Santa Casa de Mafra aguarda acordo com Estado para abertura
Negócios

Novo lar da Santa Casa de Mafra aguarda acordo com Estado para abertura

A Santa Casa de Mafra aguarda a celebração de um acordo com o Estado para poder abrir o seu novo lar, que dispõe de capacidade para 60 utentes e cuja abertura permitirá a criação de 38 novos postos de trabalho.

SIC Notícias15/09/26, 18:37
Negócios

II Encontro de Parceiros dos Caminhos de Fátima realiza-se na Mealhada

O II Encontro de Parceiros dos Caminhos de Fátima realiza-se no município da Mealhada, reunindo municípios, associações e entidades para avaliar e promover a valorização dos Caminhos de Fátima enquanto produto turístico. O evento visa reforçar a colaboração entre parceiros e dinamizar esta rota que atrai milhares de peregrinos e turistas anualmente.

Diário de Leiria15/09/26, 18:30
Negócios

"Todas as ULS estão subfinanciadas todos os anos. Nós não somos maus gestores, não temos é as ferramentas para ser bons"

A antiga enfermeira diretora da ULS de São José, Maria José Dias, afirma que todas as Unidades Locais de Saúde estão subfinanciadas todos os anos, reiterando que não são maus gestores, mas que não possuem as ferramentas necessárias para serem bons gestores. A responsável garante que nenhum modelo de financiamento como o atual permitiria a sobrevivência de qualquer empresa privada no mercado.

CNN Portugal15/09/26, 18:19
STPT defende gestão mais participativa e redução progressiva do tempo de trabalho na Altice Portugal
Negócios

STPT defende gestão mais participativa e redução progressiva do tempo de trabalho na Altice Portugal

O STPT reivindicou junto da Altice Portugal uma gestão mais participativa dos trabalhadores e a redução progressiva do horário de trabalho. O sindicato exigiu igualmente o cumprimento da Diretiva Europeia 2023/970 sobre transparência salarial e políticas remuneratórias nas empresas.

SAPO Notícias15/09/26, 18:11