O Supremo Tribunal Federal possui uma regra interna que determina a organização das cadeiras no plenário com base no cargo e na antiguidade dos ministros. Edson Fachin, presidente da Corte, ocupa a posição central. À sua direita senta-se o procurador-geral da República, Paulo Gonet, representando o Ministério Público, enquanto à esquerda fica o secretary das sessões.
A partir da posição central, os demais ministros se distribuem seguindo uma lógica de antiguidade decrescente, com os lados alternando sempre a partir da direita. É nesse esquema que Alexandre de Moraes e André Mendonça acabam sentados lado a lado, ambos no lado direito de Fachin.
Moraes ocupa a cadeira que foi de Teori Zavascki, sendo o quinto ministro mais recente da Casa. Já Mendonça, um degrau à frente na antiguidade, ocupa a terceira posição mais recente e herdou o lugar que era de Marco Aurélio Mello. Kássio Nunes Marques, quarto na lista de antiguidade, senta-se em outra posição.



