Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Fesap quer salário base de 1.050 euros na função pública e aumento mínimo de 6,5% em 2027Foto de fsjoja1980 no Pexels
Negócios
Economia

Fesap quer salário base de 1.050 euros na função pública e aumento mínimo de 6,5% em 2027

Jornal Económico15 de setembro de 2026 às 17:23

A Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap), estrutura afetada à UGT, vai propor ao Governo que a base remuneratória na função pública suba para 1.050 euros em 2027, acompanhada de uma atualização mínima de 6,5% ou 95 euros para todos os trabalhadores. Esta proposta foi apresentada pelo secretaryário-geral da Fesap, José Abraão, numa conferência de imprensa em Lisboa, no âmbito do caderno reivindicativo para 2027 com contributos para o Orçamento do Estado.

A Fesap justifica esta exigência com o crescimento da inflação, o aumento dos combustíveis, o custo da habitação e a subida dos bens essenciais, esperando que o Executivo vá "mais além" dos aumentos previstos no acordo plurianual atualmente em vigor. José Abraão salientou que o Governo tem uma "boa oportunidade" para aumentar tanto o salário mínimo como a base remuneratória da Administração Pública, defendendo que deve haver um afastamento entre a BRAP e a retribuição mínima garantida.

A proposta da Fesap é superior ao acordo plurianual em vigor, que prevê aumentos salariais de 2,30% com um mínimo de 60,52 euros. O novo acordo foi assinado em 21 de janeiro entre o Governo, a Fesap e o STE.

À semelhança do ano passado, a Fesap volta também a exigir que o subsídio de alimentação seja aumentado para 10 euros por dia, isento de impostos. José Abraão alertou que "ninguém consegue comer com 6,15 euros", valor atual do subsídio, salientando que alguns serviços públicos chegam a cobrar mais do que esse valor pelas refeições. O acordo em vigor prevê aumentos de apenas 15 cêntimos por ano até 2029.

Porque é que isto importa

Os funcionários públicos em Portugal enfrentam uma proposta salarial significativamente superior ao acordo atual, o que pode afetar o seu poder de compra em 2027. Os leitores que trabalham na administração pública ou que acompanham as finanças do Estado devem acompanhar estas negociações, pois o resultado influenciará o orçamento estatal e as condições de emprego no setor público.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Jornal Económico a 15 de setembro de 2026 às 17:23; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 23369 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Negócios

Xisto Talks reúne empresários e gestores para falar dos desafios de liderança em tempo de mudança

O evento Xisto Talks realiza-se no próximo dia 23 na Lousã, reunindo empresários e gestores para debater os desafios da liderança em tempos de mudança. A iniciativa é dedicada ao networking e à partilha de experiências profissionais, com as inscrições ainda disponíveis para quem desejar participar.

Diário de Coimbra15/09/26, 18:48
Negócios

O design do calçado português que se mostra em Milão

Empresas portuguesas de calçado estão a marcar presença na MICAM, em Milão, a maior feira de calçado do mundo, aproveitando a boa reputação de Portugal neste setor para tentar expandir para além do formato private label e conquistar mercados internacionais com as suas próprias marcas.

Observador15/09/26, 18:44
Novo lar da Santa Casa de Mafra aguarda acordo com Estado para abertura
Negócios

Novo lar da Santa Casa de Mafra aguarda acordo com Estado para abertura

A Santa Casa de Mafra aguarda a celebração de um acordo com o Estado para poder abrir o seu novo lar, que dispõe de capacidade para 60 utentes e cuja abertura permitirá a criação de 38 novos postos de trabalho.

SIC Notícias15/09/26, 18:37
Nido Livensa Group vende cinco residências em Portugal para suportar objetivo de crescer para 25 mil camas até 2031
Negócios

Nido Livensa Group vende cinco residências em Portugal para suportar objetivo de crescer para 25 mil camas até 2031

O Nido Livensa Group vendeu cinco residências em Portugal para libertar capital que será reinvestido em novos projetos de desenvolvimento e aquisições em mercados considerados prioritários, incluindo a recente aposta em Florença e outros projetos em preparação em Turim e Milão. A empresa de habitação estudantil pretende atingir 25 mil camas até 2031 através desta estratégia de reorganização do portfólio.

SAPO Notícias15/09/26, 18:36