Marrocos enviou à União Europeia a garantia de que aceitará readmitir todos os migrantes que entraram em Ceuta, cidade espanhola no norte de África. A informação surge num momento de grande tensão diplomática entre Madrid, Rabat e as instituições europeias devido à crise migratória.
O Parlamento Europeu reagiu ao episódio com uma posição quase unânime. Negociadores de todos os grupos políticos europeus, à exceção da extrema-direita, tinham previsto reunir-se na tarde daquele dia para tentar alcançar um texto conjunto sobre a situação em Ceuta.
O objetivo dessas negociações era aprovar uma resolução comum que abordasse a crise migratória e as suas implicações políticas entre a Espanha, Marrocos e a União Europeia. A extrema-direita europeia ficou de fora deste processo de negociação conjunta.




