Carlos Cortes, bastonário, criticou a falta de ações concretas para o Serviço Nacional de Saúde, defendendo que são necessárias medidas práticas em vez de "palavras bonitas". As suas declarações surgem numa altura em que o SNS enfrenta desafios significativos de funcionamento e retenção de profissionais de saúde.
O bastonário sublinhou a importância de defender o legado de António Arnaut, fundador do SNS. Carlos Cortes considerou que é fundamental preservar os princípios e valores com que o serviço público de saúde foi criado, garantindo o acesso universal aos cuidados de saúde.
Entre as prioridades apontadas, Carlos Cortes destacou a necessidade de trabalhar na fixação de médicos em Portugal. A fuga de profissionais de saúde para o estrangeiro e para o setor privado tem sido uma preocupação constante do setor.
O responsável pediu "ações concretas para as pessoas", enfatizando que as medidas devem ter impacto direto na vida dos utentes do SNS. Esta exigência surge no contexto de críticas recorrentes sobre a escassez de recursos humanos e as longas listas de espera no sistema de saúde público português.




