Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Sócrates diz que vivia numa casa alugada em Paris quando foi detido. "Faria isso se fosse dono do apartamento?"
Política

Sócrates diz que vivia numa casa alugada em Paris quando foi detido. "Faria isso se fosse dono do apartamento?"

Expresso15 de setembro de 2026 às 16:41

José Sócrates, antigo primeiro-ministro português e principal arguido da Operação Marquês, afirmou que vivia numa casa alugada em Paris quando foi detido, questionando se teria feito isso se fosse dono do apartamento.

Na sua defesa, Sócrates cita escutas telefónicas e e-mails em que Carlos Santos Silva, seu amigo de longa data, é tratado como o legítimo proprietário do apartamento de Paris.

O antigo governante acusa o Ministério Público de "esconder" escutas que contrariam a tese da acusação, sugerindo que estas provas demonstrariam que não era ele o dono do imóvel.

A Operação Marquês é uma investigação judicial que envolve suspeitas de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais relacionadas com o antigo primeiro-ministro.

Porque é que isto importa

This article matters to Portuguese readers because it involves José Sócrates, a former Prime Minister, defending himself in the Operation Marquês corruption case that has been ongoing for years. The allegations concern how he acquired a Paris apartment and whether he hid assets through a friend, raising questions about financial transparency in Portuguese political life. The accusation that the prosecution is hiding evidence also raises concerns about the integrity of the judicial process.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Expresso a 15 de setembro de 2026 às 16:41; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Política. Nesta secção temos atualmente 30607 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Política

FNE alerta para falta de professores: Alentejo precisa de recrutar mais de 3200 docentes até 2034/35

A Federação Nacional da Educação alertou que Portugal enfrenta uma crise sem precedentes na substituição geracional de docentes, necessitando recrutar quase 39 mil novos professores até 2034/35, enquanto apenas cerca de 2.100 diplomados saíram dos cursos de formação docente em 2022/23. O Alentejo precisa de mais de 3.200 docentes, sendo uma das regiões mais afetadas pelas dificuldades de fixação. A FNE apresentou um "Mapa Nacional de Necessidades Docentes 2035" com propostas concretas, incluindo a criação de um observatório permanente, Estatuto de Fixação Docente com apoios à habitação e incentivos à retenção, pedindo ao governo que actue preventivamente em vez de reagir apenas às falhas anuais.

Rádio Campanário15/09/26, 17:37
Amadeu Guerra: inquérito ao diretor da PJ é "como qualquer” outro, "não tem nada de especial"
Política

Amadeu Guerra: inquérito ao diretor da PJ é "como qualquer” outro, "não tem nada de especial"

O Procurador-Geral da República, Amadeu Guerra, comentou hoje o inquérito aberto sobre a atuação do diretor nacional e outros dirigentes da Polícia Judiciária, afirmando que o processo "não tem nada de especial" e é tratado como qualquer outro. Guerra salientou que a investigação segue os trâmites normais, sem características distintas de outros inquéritos em curso.

Expresso15/09/26, 17:23
Política

Albuquerque salientou “crescimento” e “dinamismo” económico da Região

O presidente do Governo Regional da Madeira e do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, salientou na abertura das Jornés Parlamentares social-democratas que a Região Autónoma da Madeira regista 64 meses consecutivos de crescimento económico, considerando que este desempenho reflete a solidez e o dinamismo da economia madeirense.

Funchal Notícias15/09/26, 17:13
Política

Meloni pressiona António Costa: quer resposta da UE à subida dos preços da energia

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, instou o primeiro-ministro português e presidente do Conselho da UE, António Costa, a definir "ações direcionadas e imediatas" a nível comunitário para atenuar o impacto do aumento dos preços da energia sobre empresas e famílias, sublinhando a urgência de uma resposta europeia coordenada para fazer face à crise energética.

CNN Portugal15/09/26, 17:11