Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
ANGOLA DO MPLA CONTINUA LONGE DE SER UM ESTADO DE DIREITOFoto de dnovac no Pexels
Política
Eleições
Espaço

ANGOLA DO MPLA CONTINUA LONGE DE SER UM ESTADO DE DIREITO

Folha 815 de setembro de 2026 às 16:27

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, acusou hoje o regime angolano, liderado pelo MPLA há 50 anos, de utilizar a actualização do registo eleitoral em curso para beneficiar o próprio MPLA nas eleições previstas para 2027. Esta acusação surge num contexto de críticas contínuas à forma como o processo eleitoral está a ser conduzido no país.

Adalberto Costa Júnior falou à imprensa em Luanda apósEfectuar a sua prova de vida para actualização dos seus dados no âmbito do registo eleitoral. Esta deslocação ao registo foi utilizada pelo líder da UNITA como oportunidade para demonstrar publicamente a sua posição sobre o processo.

O líder da UNITA, maior partido da oposição em Angola, referiu-se ao MPLA como "partido de regime", sugerindo que este utiliza os mecanismos do Estado em seu próprio benefício. A UNITA mantém-se como a principal força oposicionista num sistema político que, segundo a perspectiva do partido, não cumpre plenamente os princípios de um Estado de direito.

Porque é que isto importa

Os leitores angolanos são directamente afectados por estas acusações de manipulação do processo eleitoral, que questionam a transparência das eleições de 2027. A situação envolve o maior partido da oposição e os cidadãos que aguardam a actualização do seu registo biométrico, levantando dúvidas sobre a equidade do processo democrático em Angola.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Folha 8 a 15 de setembro de 2026 às 16:27; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Política. Nesta secção temos atualmente 30607 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Política

FNE alerta para falta de professores: Alentejo precisa de recrutar mais de 3200 docentes até 2034/35

A Federação Nacional da Educação alertou que Portugal enfrenta uma crise sem precedentes na substituição geracional de docentes, necessitando recrutar quase 39 mil novos professores até 2034/35, enquanto apenas cerca de 2.100 diplomados saíram dos cursos de formação docente em 2022/23. O Alentejo precisa de mais de 3.200 docentes, sendo uma das regiões mais afetadas pelas dificuldades de fixação. A FNE apresentou um "Mapa Nacional de Necessidades Docentes 2035" com propostas concretas, incluindo a criação de um observatório permanente, Estatuto de Fixação Docente com apoios à habitação e incentivos à retenção, pedindo ao governo que actue preventivamente em vez de reagir apenas às falhas anuais.

Rádio Campanário15/09/26, 17:37
Amadeu Guerra: inquérito ao diretor da PJ é "como qualquer” outro, "não tem nada de especial"
Política

Amadeu Guerra: inquérito ao diretor da PJ é "como qualquer” outro, "não tem nada de especial"

O Procurador-Geral da República, Amadeu Guerra, comentou hoje o inquérito aberto sobre a atuação do diretor nacional e outros dirigentes da Polícia Judiciária, afirmando que o processo "não tem nada de especial" e é tratado como qualquer outro. Guerra salientou que a investigação segue os trâmites normais, sem características distintas de outros inquéritos em curso.

Expresso15/09/26, 17:23
Política

Albuquerque salientou “crescimento” e “dinamismo” económico da Região

O presidente do Governo Regional da Madeira e do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, salientou na abertura das Jornés Parlamentares social-democratas que a Região Autónoma da Madeira regista 64 meses consecutivos de crescimento económico, considerando que este desempenho reflete a solidez e o dinamismo da economia madeirense.

Funchal Notícias15/09/26, 17:13
Política

Meloni pressiona António Costa: quer resposta da UE à subida dos preços da energia

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, instou o primeiro-ministro português e presidente do Conselho da UE, António Costa, a definir "ações direcionadas e imediatas" a nível comunitário para atenuar o impacto do aumento dos preços da energia sobre empresas e famílias, sublinhando a urgência de uma resposta europeia coordenada para fazer face à crise energética.

CNN Portugal15/09/26, 17:11