Bruno Henrique, atacante do Flamengo, permanece sob investigação da Justiça Comum em função de uma acusação de estelionato, supostamente por ter forçado a obtenção de um cartão amarelo para beneficiar apostadores durante uma partida em 2023. O caso já tramita há algum tempo e avançou significativamente na última semana.
O recurso da defesa do jogador chegou às mãos do ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O ministro ficará responsável por analisar o recurso e, eventualmente, dar andamento ao caso no tribunal. A defesa de Bruno Henrique tenta alegar que a acusação por estelionato não é cabível no caso.
Na justiça desportiva, Bruno Henrique já havia sido condenado em novembro do ano passado, recebendo uma pena inicial de 12 jogos de suspensão, que foi posteriormente convertida em multa de R$ 100 mil em última instância. Além disso, ele também foi denunciado pelo Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT).
O caso já passou pela segunda instância na Justiça Comum antes de chegar ao STJ, que é a instância responsável por analisar recursos especiais quando há interpretação divergente sobre a lei federal.




