Cristiano Ronaldo continua a competir ao mais alto nível aos 41 anos, uma realidade rara no futebol profissional. O avançado português é frequentemente apontado como exemplo de longevidade desportiva, com a alimentação, o treino e o descanso a serem referidos como fatores determinantes para esta continuidade. Manter o corpo preparado depois dos 40 anos continua a ser considerado algo fora do comum no desporto.
Johnny Ondina, nutricionista desportivo, analisou recentemente a alimentação de Cristiano Ronaldo e descreveu-a como "bastante aborrecida". No entanto, esta expressão não é uma crítica, mas sim uma forma de destacar o que o especialista considera ser o aspeto mais importante: a consistência. Em vez de procurar alimentos invulgares ou suplementos apresentados como milagrosos, Ronaldo mantém uma rotina baseada sobretudo em alimentos naturais e pouco processados.
Segundo o nutricionista, o verdadeiro segredo da alimentação do internacional português não está em nenhum produto específico, mas sim na capacidade de repetir bons hábitos durante longos períodos. Johnny Ondina afirma que esta constância é algo que 90% das pessoas e até muitos atletas de elite não conseguem manter. A análise contraria a ideia frequentemente procurada de que existe um alimento secreto capaz de produzir resultados extraordinários.
Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo continua assim a desafiar os limites tradicionalmente associados à carreira de um futebolista. A mensagem deixada pelo nutricionista é simples: aquilo que se faz repetidamente pode ter mais importância do que procurar constantemente um novo alimento ou estratégia.




