O treinador alemão Toppmöller foi despedido do Lens, em França, após defender o seu adjunto português, Nélson Morgado. O clube pretendia dispensar o braço-direito do técnico, mas Toppmöller opôs-se firmemente a essa decisão, o que terá acelerado a sua própria saída do comando da equipa.
A situação tornou-se insustentável quando Toppmöller ameaçou não continuar no clube caso Nélson Morgado fosse afastado. Perante esta posição inflexível do treinador, a direção do Lens optou por rescindir o contrato com o técnico alemão em vez de ceder à sua exigência.
Nélson Morgado, de nacionalidade portuguesa, era considerado uma peça fundamental no staff de Toppmöller, funcionando como o seu principal adjunto e braço-direito. A sua permanência era tão importante para o treinador que acabou por custar o lugar ao próprio Toppmöller.
Com este despedimento, o Lens fica sem treinador principal e sem o adjunto português, num momento de grande instabilidade para o clube francês, que atravessa uma fase complicada na temporada.




