Segundo o mais recente relatório da Hiscox, 92% das empresas portuguesas que foram vítimas de ciberataques registaram incidentes ligados a vulnerabilidades de inteligência artificial. Este dado revela a forte exposição das organizações portuguesas a ameaças cibernéticas associadas à IA.
O relatório indica ainda que a média de ataques relacionados com novas vulnerabilidades de IA aumentou significativamente de 1,60 para 3,48 num período de um ano. Este crescimento representa um aumento aproximado de 118% nos incidentes deste tipo.
Os dados demonstram uma tendência crescente de cibercriminosos a explorarem vulnerabilidades emergentes relacionadas com tecnologias de inteligência artificial, colocando as empresas portuguesas numa posição de maior risco face a este tipo de ameaças.




