A Entidade para a Transparência não conseguiu concluir a verificação de todas as declarações de rendimentos, património e interesses dos membros do atual Governo. A entidade reconhece que ainda não verificou a totalidade das obrigações declarativas dos membros do executivo.
A entidade admite desconhecer quantos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos estão efetivamente sujeitos às obrigações declarativas. Esta indefinição sobre o universo a fiscalizar levanta questões sobre a capacidade de controlo e supervisão.
Entre as razões apontadas pela Entidade para a Transparência estão a falta de recursos disponíveis para desempenhar as suas funções. Também são referidas falhas na comunicação por parte dos organismos públicos, que não terão fornecido informações necessárias de forma adequada.
O artigo, publicado originalmente pelo NoticiasLX, aborda ainda processos que parecem estar em causa, embora o texto apareça cortado nesta versão. A situação expõe dificuldades operacionais na entidade responsável por garantir a transparência dos governantes.




