O Tribunal Coletivo absolveu todos os arguidos, que eram atuais e antigos dirigentes da Goltz de Carvalho, da prática dos crimes de furto e falsificação de que estavam acusado. A decisão foi anunciada nesta terça-feira, poniendo fim a um processo judicial que envolvia os responsáveis pela organização.
João Paredes, uma das figuras ligadas ao processo, reagiu à sentença afirmando que a decisão repõe a "honra" e a "dignidade" dos absolvidos. No entanto, o mesmo responsável reconheceu que esta absolvição não apaga os danos que o processo possa ter causado aos arguidos e às suas reputações ao longo do tempo.
Com esta sentença, ficam assim confirmados os anteriores indícios de que os tribunais não encontraram provas suficientes para condenar qualquer um dos antigos e atuais diretores da Goltz de Carvalho pelos crimes que lhe eram imputaddos. A decisão do Tribunal Coletivo marca assim o encerramento definitivo deste caso judicial.




