Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Novos leilões de baterias derrapam para outubro: fase de candidaturas abre "dentro de três a quatro semanas"
Negócios

Novos leilões de baterias derrapam para outubro: fase de candidaturas abre "dentro de três a quatro semanas"

Expresso15 de setembro de 2026 às 09:25

Os dois leilões de armazenamento de energia prometidos pelo Governo vão atrasar. A fase de candidaturas, que deveria ter arrancado esta segunda-feira, dia 14 de setembro, só será launched dentro de três a quatro semanas, segundo avançou a ministra do Ambiente e da Energia, Graça Carvalho. Os concursos ficam assim adiados para outubro.

Os dois leilões destinam-se a projetos de armazenamento de energia através de baterias. Trata-se de uma medida do Executivo para reforçar a capacidade de armazenamento elétrico em Portugal, um setor considerado estratégico para a transição energética e para a estabilidade da rede nacional.

A ministra Graça Carvalho foi a responsável por anunciar o novo calendário dos concursos, reconhecendo implicitamente que o prazo inicial não seria cumprido. O adiamento surge numa altura em que o país procura acelerar a integração de energias renováveis na rede elétrica.

O armazenamento por baterias permite guardar a energia gerada por fontes renováveis, como a solar e a eólica, para utilização em períodos de maior procura ou quando a produção renovável é reduzida. Portugal tem apostado no reforço desta tecnologia como forma de garantir o abastecimento elétrico e reduzir a dependência de fontes não renováveis.

Porque é que isto importa

O adiamento afeta empresas e investidores que planeavam candidatar-se aos leilões de armazenamento de energia, alterando os seus cronogramas de investimento. Os promotores de projetos de baterias em Portugal ficam sem data concreta para avançar com as suas candidaturas, num sector estratégico para a transição energética do país.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Expresso a 15 de setembro de 2026 às 09:25; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 23009 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Negócios

China abranda vendas a retalho enquanto Pequim luta para reanimar consumo

As vendas a retalho na China aumentaram apenas 0,4% em agosto, o ritmo mais lento desde o início da retoma económica e a segunda desaceleração mensal consecutiva, evidenciando as dificuldades de Pequim em reanimar o consumo interno apesar do crescimento acelerado da produção industrial.

Euronews Portugal15/09/26, 09:58
TVI multada em 50 mil euros por reportagem de Sandra Felgueiras sobre o caso das gémeas luso-brasileiras
Negócios

TVI multada em 50 mil euros por reportagem de Sandra Felgueiras sobre o caso das gémeas luso-brasileiras

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social multou a TVI em 50 mil euros pela emissão de uma inúmera reportagens de Sandra Felgueiras sobre o caso das gémeas luso-brasileiras. O regulador identificou sete contra-ordenações classificadas como "muito graves" relacionadas com a cobertura jornalística deste caso que envolveu alegadas irregularidades no acesso a tratamentos médicos em Portugal.

Correio da Manhã15/09/26, 09:52
Negócios

Oficial! Rui Costa garante encaixe de mais de 100M para o Benfica sem vender nenhum jogador

O Benfica oficializou a renovação da parceria com a Adidas até 2033, num acordo de 120 milhões de euros ao longo de seis anos (20 milhões por época), o dobro do valor anterior e um novo recorde em Portugal para contratos de equipamentos desportivos. A marca alemã mantém-se como fornecedora oficial das equipas de futebol e modalidades do clube, e adquiriu também os direitos de naming do centro de formação no Seixal, que passa a chamar-se Adidas Benfica Campus.

Glorioso 1904 – Se é notícia do Benfica, está aqui15/09/26, 09:50
Negócios

Mesmo que salário mínimo no Estado subisse para 1.030 euros em 2027 seria “curto”, afirma Fesap

A Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap) defende que a base remuneratória da função pública deve aumentar para além dos 1.030 euros em 2027, considerando que esse valor seria ainda "curto" face às necessidades dos trabalhadores. O secretário-geral José Abraão argumenta que o acordo plurianual em vigor, que prevê aumentos de 2,3% (subindo de 934,99 para 995,51 euros), foi assinado num contexto económico diferente e que a inflação, potencialmente acima dos 3%, está a causar perdas no poder de compra. A Fesap apresentará o seu caderno reivindicativo para o Orçamento do Estado de 2027 na conferência de imprensa de hoje, em Lisboa, exigindo aumentos que vão além do previsto no acordo atual.

Jornal Económico15/09/26, 09:41