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Trabalho híbrido: «A pergunta já não é quantos dias voltamos ao escritório, mas ao que vale a pena voltar». (Maria Miguel Perlico, PROCOS Group) 
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Trabalho híbrido: «A pergunta já não é quantos dias voltamos ao escritório, mas ao que vale a pena voltar». (Maria Miguel Perlico, PROCOS Group) 

SAPO15 de setembro de 2026 às 08:04

Setembro é tradicionalmente o mês dos recomeços em Portugal, incluindo o regresso ao trabalho após as férias de verão. No entanto, as dinâmicas de rentrée estão a mudar, deixando de se resumir a um simples retorno ao escritório ou à recuperação dos mesmos horários de trabalho.

A questão central já não é quantos dias por semana os colaboradores devem regressar ao escritório, mas sim ao que vale realmente a pena voltar. Esta mudança de perspetiva reflete uma transformação mais profunda na forma como se encara o trabalho.

Maria Miguel Perlico, da empresa PROCOS Group, sublinhou que o foco deve estar no valor que a presença física pode trazer, em vez de impor metas quantitativas de dias no escritório. Esta abordagem reconhece que os fluxos de trabalho evoluíram e que as dinâmicas laborais já não são as mesmas.

Porque é que isto importa

Este artigo é relevante para trabalhadores e empresas em Portugal que enfrentam a questão do regresso ao escritório após a pandemia. A mudança na forma como se pensa o trabalho presencial versus remoto afecta directamente a organização diária de milhares de profissionais e as decisões estratégicas das empresas sobre modelos de trabalho. Esta reflexão surge num momento particularmente pertinente, quando muitas organizações estão a definir as suas políticas de 'rentrée' pós-férias.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por SAPO a 15 de setembro de 2026 às 08:04; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 23034 artigos.

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