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Porque é que o turismo regenerativo continua a ter dificuldade em atrair investimento?
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Porque é que o turismo regenerativo continua a ter dificuldade em atrair investimento?

SAPO15 de setembro de 2026 às 08:10

O investimento de impacto a nível mundial ultrapassou 1,4 biliões de euros em ativos em 2023. Este tipo de investimento aplica capital em projetos e empresas com o objetivo de gerar, além de retorno financeiro, benefícios sociais ou ambientais mensuráveis.

Apesar do crescimento significativo deste setor, o turismo regenerativo continua a ficar à margem deste capital. O turismo regenerativo procura fazer da atividade turística uma força de recuperação dos territórios, indo além da simples redução de impactos negativos.

Esta forma de turismo distingue-se por tentar restaurar e revitalizar os destinos turísticos, em contraste com abordagens mais tradicionais que se focam apenas na mitigação de danos. No entanto, os investidores de impacto parecem não estar a canalizar fundos para esta área, mesmo quando o mercado global de investimento responsável continua a expandir-se.

Porque é que isto importa

Esta questão é relevante para leitores em territórios turísticos que poderiam beneficiar de modelos de desenvolvimento mais sustentáveis. O artigo indica que, apesar do aumento global do investimento de impacto, o turismo regenerativo não está a conseguir atrair esses fundos, o que sugere uma lacuna entre a disponibilidade de capital e a capacidade deste setor específico de o mobilizar.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por SAPO a 15 de setembro de 2026 às 08:10; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 23009 artigos.

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