Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Ainda não pagou o IRS? Termina hoje prazo para pedir prestações
Negócios
Investimentos

Ainda não pagou o IRS? Termina hoje prazo para pedir prestações

SAPO Notícias15 de setembro de 2026 às 06:58

O prazo para pagamento do IRS terminou no final de agosto. Os contribuintes que ainda não cumpriram esta obrigação fiscal podem agora avançar com um pedido de pagamento em prestações junto do Fisco, mediante requerimento oficial.

Esta possibilidade permite aos contribuintes em situação de incumprimento regularizarem a sua situação com a Autoridade Tributária e Aduaneira sem incorrerem em coimas mais elevadas ou procedimentos executivos.

No entanto, o pedido de pagamento em prestações tem um prazo limitado, que termina hoje, data em que o artigo foi publicado. Após essa data, já não será possível recorrer a esta modalidade de pagamento.

O artigo não especifica quantas prestações podem ser concedidas nem quais os critérios de aprovação do pedido por parte do Fisco.

Porque é que isto importa

Esta informação é relevante para contribuintes em Portugal que não conseguiram pagar o IRS dentro do prazo, pois têm apenas até hoje uma última oportunidade de solicitar o pagamento em prestações e evitar juros e coimas adicionais. A medida representa uma solução de último recurso para regularizar a situação fiscal.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por SAPO Notícias a 15 de setembro de 2026 às 06:58; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 22925 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Negócios

Nem todas as famílias estão preparadas para o imprevisto

Este artigo analisa a vulnerabilidade financeira das famílias em 2026, salientando que muitas não estão preparadas para imprevistos como acidentes, incêndios ou inundações. O texto destaca que o problema não está apenas na falta de recursos, mas também na falta de informação sobre soluções de proteção e coberturas de seguros. Aborda ainda a exclusão financeira digital, especialmente para populações envelhecidas, e defende que a verdadeira segurança financeira reside na capacidade de enfrentar o inesperado, não apenas em evitar incumprimentos.

Jornal Económico15/09/26, 07:45
Negócios

Subida de 10% do petróleo e gás aumenta inflação europeia até 0,36 pontos percentuais, indica estudo

Um estudo da New Economics Foundation revela que cada subida de 10% nos preços do petróleo e gás pode aumentar a inflação europeia em até 0,36 pontos percentuais, sendo os combustíveis fósseis o maior fator de risco inflacionista em quase todos os países da UE. Partindo de uma subida de 50%, a inflação poderia aumentar até 1,8 pontos percentuais, com impacto estimado de 1,02 pontos para Portugal. O relatório conclui que a expansão da energia eólica e solar internas é fundamental para limitar a inflação e reduzir a exposição à volatilidade dos preços dos combustíveis fósseis, recomendando ainda que o BCE estabeleça taxas de juro mais baixas para investimentos em energias renováveis.

Jornal Económico15/09/26, 07:44
BPP ainda espera para pagar 80 milhões a credores, mas já admite mais reem­bol­sos
Negócios

BPP ainda espera para pagar 80 milhões a credores, mas já admite mais reem­bol­sos

Os credores do falido Banco Privado Português continuam a aguardar que o tribunal valide a distribuição parcial de 8,4% dos seus créditos, num montante de cerca de 80 milhões de euros, mas o próprio BPP já admite que podem existir pagamentos adicionais no futuro. A instituição financeira, que entrou em liquidação, reconhece a possibilidade de realizar reembolsos futuros aos credores, embora a validação judicial do pagamento atual ainda não tenha sido concretizada.

SAPO Notícias15/09/26, 07:34
Estado recebeu prémio maior para privatizar a REN do que paga no regresso
Negócios

Estado recebeu prémio maior para privatizar a REN do que paga no regresso

A CaixaBI avalia, a pedido da Parpública, a aquisição da participação do Estado na REN, considerando parâmetros de operações anteriores, como preço-alvo e a possibilidade de lugares na administração. O artigo indica que o Estado recebeu um prémio maior quando privatizou a REN do que o valor que agora paga para regressar.

Jornal de Negócios15/09/26, 07:30