Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Salvar milhões de vidas com menos ajuda humanitária: taxar os mais ricosFoto de geralt no Pexels
Mundo

Salvar milhões de vidas com menos ajuda humanitária: taxar os mais ricos

Euronews Portugal15 de setembro de 2026 às 06:46

Um novo estudo publicado na revista científica The Lancet propõe que um imposto de 3% sobre a riqueza dos multimilionários poderia gerar recursos suficientes para salvar até 29,5 milhões de vidas vulneráveis até 2030. A pesquisa surge num momento em que o financiamento humanitário e para o desenvolvimento enfrenta pressões sem precedentes.

O estudo argumenta que a tributação progressiva dos mais ricos representa uma solução viável para colmatar as lacunas no financiamento global da ajuda humanitária. Os investigadores defendem que esta medida poderia mobilizar recursos significativos sem comprometer o crescimento económico dos países envolvidos.

O artigo contextualiza que a crise humanitária atual coloca desafios crescentes aos organismos internacionais e às organizações não governamentais. O financiamento tradicional tem sido insuficiente para responder às necessidades crescentes das populações mais vulneráveis em todo o mundo.

A proposta de taxar os multimilionários surge como uma alternativa às estratégias convencionais de angariação de fundos, sugerindo que os países mais desenvolvidos poderiam implementar esta medida de forma coordenada para maximizar o impacto na redução da mortalidade e no apoio às comunidades mais necessitadas.

Porque é que isto importa

O artigo interessa a leitores lusófonos porque aborda uma proposta concreta de financiamento humanitário que poderia beneficiar populações vulneráveis em todo o mundo, incluindo comunidades onde Portugal e outros países lusófonos têm interesses diplomáticos e humanitários. A discussão sobre a taxação de multimilionários surge num momento de crescente pressão sobre os orçamentos de ajuda internacional.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Euronews Portugal a 15 de setembro de 2026 às 06:46; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Mundo. Nesta secção temos atualmente 19097 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Mundo

Pentágono admite escassez de munições devido à guerra

O Pentágono admitiu oficialmente, num relatório publicado na segunda-feira, que existe uma "escassez" de munições ligada à guerra contra o Irão, uma informação que o Governo norte-americano tinha até agora recusado confirmar publicamente.

RTP Notícias15/09/26, 07:30
Mundo

Kim Jong Un promete apoio "inabálavel" à Rússia na guerra

O líder norte-coreano Kim Jong Un reiterou o seu apoio "inabalável" à Rússia na guerra contra a Ucrânia, durante uma visita de uma delegação russa a Pyongyang. Em 2024, os dois países assinaram um acordo de defesa mútua, e Kim manifestou desejo de reforçar essa parceria estratégica. Milhares de soldados norte-coreanos já terão participado no conflito do lado russo, o que representa uma escalada significativa no envolvimento internacional na guerra.

Observador15/09/26, 07:25
Mundo

Trump não vai travar a IA porque quer vencer a China. Mas qual é a dimensão da ameaça de Pequim?

Uma análise indica que a administração Trump não pretende travar o desenvolvimento da inteligência artificial nos EUA, motivada pelo desejo de derrotar a China na corrida tecnológica global. O artigo explora como Pequim encara os riscos de segurança da IA de forma fundamentalmente diferente dos EUA, indo além da preocupação norte-americana com riscos existenciais, e examina a dimensão real da ameaça tecnológica chinesa.

CNN Portugal15/09/26, 07:23
Controlam uma parte do Iémen e ameaçam o estreito de Bab el-Mandeb: quem são os houthis?
Mundo

Controlam uma parte do Iémen e ameaçam o estreito de Bab el-Mandeb: quem são os houthis?

Os houthis são um movimento rebelde xiita do Iémen, apoiado pelo Irão, que controla grande parte do norte do país, incluindo a capital Sanaa. O grupo possui um arsenal altamente destrutivo, incluindo mísseis balísticos e drones, e tem ameaçado o estreito de Bab el-Mandeb, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo, onde já realizou ataques a navios comerciais.

Sábado15/09/26, 07:00