Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Da água da casa à gorjeta opcional: cinco direitos que os consumidores têm em bares e restaurantes do Estado do RioFoto de Pexels no Pexels
Negócios
Investimentos

Da água da casa à gorjeta opcional: cinco direitos que os consumidores têm em bares e restaurantes do Estado do Rio

extra14 de setembro de 2026 às 23:01

O consumo em bares e restaurantes pode gerar dúvidas aos consumidores, e a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) publicou uma lista de cinco leis aprovadas que protegem os consumidores nesses ambientes no Estado do Rio. O objetivo é informar os moradores sobre seus direitos para garantir uma melhor experiência durante o consumo.

Uma das leis mencionadas é a Lei 7.895/18, que proíbe a cobrança de multa ou taxa abusiva pelo extravio ou dano de comandas, cartelas ou outros meios utilizados para registrar o consumo. Pela norma, é considerado abusivo o valor superior a duas vezes o preço da entrada. Nos estabelecimentos que vendem refeições a peso, a multa não pode ultrapassar determinado limite, embora essa informação esteja incompleta no artigo.

Em caso de desrespeito a alguma lei nas relações de consumo, o cidadão pode procurar a Codecon para registrar reclamações e buscar orientação. O atendimento é feito pelo telefone 0800 282 7060, pelo WhatsApp (21) 99854-7060 ou pelo e-mail [email protected].

O artigo menciona que entre os direitos estão questões relacionadas à água da casa e à gorjeta opcional, embora os detalhes completos sobre todos os cinco direitos não estejam disponíveis no trecho apresentado.

Porque é que isto importa

Moradores e visitantes do Rio de Janeiro que frequentam bares e restaurantes agora têm respaldo legal para questionar cobranças abusivas, especialmente multas por perda de comandas. A informação permite que consumidores evitem gastos indevidos e saibam para onde recorrer em caso de desrespeito às leis de defesa do consumidor. O artigo segue uma tendência de maior transparência nas relações de consumo, incentivando estabelecimentos a seguirem as normas vigentes.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por extra a 14 de setembro de 2026 às 23:01; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 22862 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Negócios

Dois centros de dados previstos para Abrantes pedem mais capacidade de ligação à rede

Dois centros de dados previstos para Abrantes estão a solicitar maior capacidade de ligação à rede elétrica, numa altura em que o presidente da Câmara, Manuel Jorge Valamatos, defende que o município tem condições favoráveis para receber projetos de produção de energia e grandes consumidores, aproveitando as infraestruturas existentes para captar investimento para a região.

Now15/09/26, 00:19
Negócios

Promotores de data centers em Abrantes pedem reforço da rede

Promotores de centros de dados em Abrantes solicitaram reforço da rede elétrica, tendo já autorização para ligação à rede, mas a ministra da Energia alertou para a elevada procura de capacidade de rede. O caso de Abrantes é considerado "especial" devido ao encerramento da Central do Pego em 2021, que deixou a região sem uma fonte significativa de geração elétrica.

Observador15/09/26, 00:16
Negócios

O preço do que não aprendemos

Portugal alcançou os piores resultados de sempre no PISA 2025, com matemática a 460 pontos e leitura a 462, valores semelhantes aos de 2006, anulando duas décadas de progresso desde 2015. O artigo argumenta que este declínio não se deve à falta de financiamento — Portugal gasta 4,3% do PIB em educação, acima da média europeia — mas sim à má afetação de recursos e à incapacidade de transformar investimento em aprendizagem efetiva. Destaca ainda que a desigualdade socioeconómica explica 17% da variação dos resultados em matemática, com 53% dos alunos desfavorecidos a não atingir proficiência mínima. Alertando que isto representa um custo para a competitividade e produtividade do país, o artigo conclui que o problema não se resolve com mais dinheiro, mas com estratégia, metas claras e reforma.

Jornal Económico15/09/26, 00:08
Negócios

Setor solar com BESS deve reduzir custos em 40% no Brasil

O setor de energia solar combinado a sistemas de armazenamento por baterias (BESS) deve reduzir seus custos operacionais no Brasil em até 40% ao longo da próxima década, segundo estudo da McKinsey & Company apresentado em São Paulo. A consultoria projeta que o Custo Nivelado da Energia Firme (Firm LCOE) cairá de US$ 65/MWh para US$ 39/MWh até 2035, tornando o Brasil o segundo país com menor custo energético firme do mundo, atrás apenas da China. As altas tarifas das concessionárias impulsionam a migração para geração própria, e o sócio da McKinsey no Brasil, Mikael Djanian, destaca a competitividade do país no cenário global.

oglobo15/09/26, 00:06