O português Luís Castro foi recentemente despedido do comando técnico de uma equipa brasileira, tornando-se a 16.ª vítima dos despedimentos de treinadores desde o início do ano nas equipes que competem no escalão principal do futebol brasileiro. A rotatividade nos bancos de suplentes continua a ser uma marca característica do Brasileirão.
Desde o arranque da temporada, apenas oito dos 20 clubes que integram o campeonato brasileiro conseguiram manter o mesmo treinador, evidenciando a instabilidade característica dos comandos técnicos no futebol do país. A maioria das equipas já substituiu pelo menos uma vez o seu treinador principal.
Luís Castro junta-se assim a uma longa lista de profissionais que não resistiram à pressão dos resultados, num ambiente onde a paciência com os treinadores é tradicionalmente reduzida. O carrossel de treinadores no Brasileirão continua a girar sem sinais de abrandamento.



